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António Bica

AS MIL E UMA NOITES DE MUITOS CONTOS (12) - História do Pescador (conclusão)

António Bica

Noite ainda, sentindo que Xariar despertara, começou Xerazade: O jovem sentado no leito, cujas pernas eram de branco mármore, disse: O meu pai foi rei desta cidade, senhor das Ilhas…

Nazaré Oliveira – Coisas e Gente da minha Terra

O COLÉGIO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO (parte I)

Nazaré Oliveira – Coisas e Gente da minha Terra

Não é a primeira vez que escrevo sobre o Colégio de São Tomás de Aquino, sempre versando aspectos mais ou menos restritos da sua actividade. Não se estranhe que sobre…

Crónicas do Olheirão por Mário Pereira

Serviços públicos ou negócios privados?

Por razões pessoais, que não interessam ao caso, tomei algum contacto com a situação dos centros de saúde, creches, jardins e infância e escolas básicas na cidade de Lisboa. Pelo…

Francisco Queirós

A PARVOLÂNDIA, ou A ANEDOTA em que se transformou o nosso País

El Rei D. Carlos referia-se a Portugal como um “País de Bananas Governado por Sacanas”, Alexandre O´Neil definia este país como Piolheira, Pessoa classificava a Mediocridade Geral que manda na…

Manuel Silva

A ALA DIREITA DO PSD ESTÁ DE PARABENS

Antes da votação da reposição integral do tempo de serviço dos professores na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, que contou com os votos favoráveis de todos os partidos, à…

João Fraga de Oliveira

O trabalho líquido (segunda parte)

João Fraga de Oliveira

A primeira parte deste artigo incidiu sobre algumas das mudanças de ordem organizacional, tecnológica, funcional, legislativa e social que são factores de “esmigalhamento” do trabalho e respectivo impacto nas condições…

Nazaré de Oliveira

Partir uma perna nem sempre é uma desgraça

Na dobragem dos anos 40 para os anos 50, costumava eu encontrar-me com o Padre Coelho, Capelão do Hospital. Dávamos grandes passeios pelo Bairro da Negrosa, Várzea, Drizes, Ansiães… Falávamos…

Aurora Simões de Matos

CAPRICHOS DA NOITE, EXERCÍCIO PARA ADULTOS

Aurora Simões de Matos

Mansa, silenciosa e simples, a noite caía sobre a minha aldeia. Caíam sempre assim as noites da minha aldeia. Mansamente. Silenciosamente. Simplesmente caíam. Caíam com a naturalidade de quem cumpria…

Crónicas do Olheirão por Mário Pereira

Quem Somos nós?

Ao passar na Rotunda do Relógio em Lisboa vi um cartaz do partido Chega Basta, a dizer: “Agora os escravos somos nós. BASTA de trabalhar para os outros”. Embora escrito…

António Bica

AS MIL E UMA NOITES DE MUITOS CONTOS (11)

António Bica

História do Pescador (continuação) Continuou Xerazade na noite que se seguiu: Mandou o rei chamar o pescador e trazer-lhe quatro peixes iguais aos que anteriormente, por duas vezes, trouxera. Na…