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Serrazes SPS

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Manuel Barrocas

Edição 715 (13/04/2017)

Carreira de autocarro Covelas de Serrazes – S. Pedro do Sul

É usual nesta carreira o autocarro da empresa Transdev fazer as viagens Covelas de Serrazes – S. Pedro do Sul sem ter que ir à Povoação de Ferreiros uma vez que não havendo passageiros de e para Ferreiros não se justificava a deslocação do autocarro. Porém uma Senhora residente nesta Povoação pediu à Transdev para que o dito auto passasse a ir a Ferreiros pois tinha uma filha que estudava em S. Pedro e que passaria a utilizar o auto nas suas deslocações.

E assim aconteceu pois e apesar de a estrada ser muito estreita e com curvas muito apertadas o auto com muita dificuldade lá ia cumprindo e bem a sua missão.

Mais tarde a Senhora voltou à empresa Transdev para dizer que já não fazia falta o auto ir a Ferreiros uma vez que a filha já não precisava de ser transportada.

Entretanto o auto continua a deslocar-se à Povoação de Ferreiros sem que embarque ou desembarque qualquer passageiro.

Esta deslocação causa perda de tempo e gasto de combustível e possivelmente para a próxima época balnear irá causar transtorno a muitas pessoas que vivem na Freguesia de Serrazes e não só pois empregam-se nas Termas e precisam desta carreira para estarem a tempo e horas no seus postos de trabalho É pensando nestas pessoas que nós pedimos encarecidamente a Quem de Direito que reveja esta situação.

Bem hajam

 

DOENTE

Encontra-se internado no Hospital de Viseu o nosso estimado conterrâneo e correspondente de vários Jornais da nossa região Manuel Barrage.

Sabemos que é um lutador nato e por isso cremos que vai também desta vez sair vencedor.

Manel desejamos-te as mais rápidas melhoras para depois voltarmos à velha Goa.

Um abraço.

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Agostinho da Silva

Na memória e na fé a caminho da Páscoa

A Páscoa cristã será, no contexto do calendário litúrgico a festa mais importante, essencialmente para os crentes em Jesus Cristo. Tal importância já advém da Páscoa judaica, pois Ela fez nascer o feriado com maior relevo no judaísmo. É a Páscoa comemorativa na fuga dos judeus da escravidão no Egipto. Já o Velho Testamento faz referências á Páscoa como comemoração do poder e amor que Deus tem demonstrado para com o seu povo escolhido. Os 40 dias que lhe antecedem são o tempo litúrgico da Quaresma, que se inicia em 4.ª Feira de cinzas e termina no Domingo de Ramos. O tempo da Quaresma no conceito do Cristianismo, sempre foi um chamamento de cada um mergulhar, ou se quisermos fazer neste tempo uma viagem ao seu interior, talvez até no silêncio da oração que pode preparar, alegrar e rejuvenescer o seu espírito na Ressureição de Cristo no Domingo de Páscoa, depois de se ter submetido a todos os sacrifícios e ao mais abominável de todos a Sua morte na Cruz, comemorada e muito vivida nas nossas terras de Lafões na Semana Santa. Porém, ao percorrermos e avançarmos na contagem da fita do tempo verificamos que muito se perdeu na devoção, tradição e fé sobre a contemplação da Semana Santa sendo o seu epílogo em sexta-feira da paixão – no retratar a morte de Jesus Cristo e o encontro com sua Mãe. Ao tempo, recuando 60 / 70 décadas atrás as cerimónias da semana Santa tinham grande relevo principalmente nas vilas de S. Pedro Sul e Vouzela, com as suas Bandas de Música a tocarem à Paixão do Senhor, onde ocorriam muitas centenas de pessoas das freguesias limítrofes, que percorriam e se juntavam ao trajeto das cerimónias religiosas. Hoje sem sermos muito céticos parece transparecer que o caminho trilhado e ensinado por Cristo parece transmitir um peso adicional à carga que já julgamos bastante difícil da nossa vida e vamo-nos desligando das raízes que os nossos antepassados nos transmitiram à luz do amor e da fé por vezes em situações de grande dor no ser humano. E neste contexto, deixai-nos narrar aquilo a que se assistia em Serrazes há já pelo menos umas 70/80 décadas atrás.

Hoje estamos no percurso do ano em que marca o 1.º Centenário do assassinato do Dr.º Augusto Malafaia, do Solar Malafaia em Serrazes, ocorrido em 26 de Julho de 1917,morto em ato voluntário e premeditado com armas de fogo. Não obstante as dificuldades ao tempo, em meios de comunicação e transportes rápidos, houve contatos para que ocorressem médicos vindos de todo o distrito de Viseu e mais tarde de Coimbra. Porém, os ferimentos foram de morte e apesar de estar o Dr.º Augusto consciente quase 24 horas, veio a falecer no dia seguinte ao crime perpetrado. Sua mãe, D. Amélia Pina Falcão Malafaia, banhada em lágrimas retém-se junto ao leito de morte de seu filho tão querido a quem dera a vida e agora ali jazia, barbaramente e cobardemente assassinado. Imaginemos que este quadro de dor inconsolável duma mãe que perde o seu filho, se assemelha à da Virgem Maria, quando seu filho Jesus, já morto, era descido da Cruz. Cremos ter sido a partir da morte do seu filho Augusto, que D. Amélia, concede a Capela da sua casa, para que algumas das cerimónias da Semana Santa, ali fossem também vividas na sua exaltação e fé. Ainda que não assemelhasse o retratar de todos os episódios numa crença e cultura, ao tempo, dado a pouca idade – condução pela mão da mãe – mas bem nos lembramos da saída em procissão da Capela da Casa Malafaia, vindo pela estrada que depois seguia para a Igreja Paroquial, onde no trajeto – junto do Cruzeiro da Restauração – em andor e aos ombros de homens voluntários, aparecia a juntar-se à imagem de seu Filho Jesus Cristo a Senhora da Soledade ou Senhora dos Passos, visualizando-se as lágrimas esculpidas na face. Ao tempo paroquiava Serrazes o Revd.º Padre Arlindo – com familiares ainda em Serrazes – sua irmã D. Alcina, e filhos e netos desta senhora -. Assim, este encontro da imagem de Cristo e sua Mãe é aproveitado pelo Orador, para com exaltação e num senário de dor, retratar situações da vida corrente da gente simples desta freguesia, mas que com ardor e fé ali estavam e em especial as mães, muitas das quais dada a morte infantil da época que se dava nas crianças de tenra idade pela falta de vacinas e medicamentos ajustados às epidemias e males que grassavam ao tempo, tendo muitas já perdido filhos, não se continham no verter as lágrimas dos seus olhos, num imitar por assim dizer, a Senhora dos Passos ao ver o sofrimento do seu Filho, Jesus Cristo.

Mas a Páscoa tem por sentido, essencialmente a fé de todos os cristãos – que é também algo consensual entre historiadores-, por acreditarem que Jesus Cristo, judeu, nascido na terra de Israel durante o reinado de Herodes, pregador inigualável, cruxificado em Jerusalém, com trinta e três anos de idade, quando Pôncio Pilatos era Governador da Judeia, tendo ressuscitado dos mortos, sendo visto por alguns dos seus amigos e discípulos, com quem falou e esteve junto, tendo dado aos mais incrédulos a possibilidade de meter a mão no lado transpassado pela lança quando na cruz. Assim, o binómio Morte-Ressureição, não é o final de um acontecimento, mas o seu centro a partir do qual tudo ganha sentido, com o nascer do Novo Testamento que narra a vida de Cristo filho de Deus, orientada para a Cruz, Ressureição e Salvação da Humanidade. E se vimos e ouvimos algo sobre a palavra de Deus durante a Quaresma, ela é dirigida a cada um de nós, no concreto da nossa vida. Assim se virmos o livro do êxodo ele fala-nos do decálogo, ou seja, sobre os dez mandamentos que Deus dá ao Homem. Habitualmente, os dez mandamentos de Deus podem parecer uma interminável lista de proibições que suscitam em nós a rejeição instintiva. Mas pensando melhor os dez mandamentos são o G.P.S., que Deus dá, através de J.Cristo, para nos ligarmos a Ele. Os “nãos” de Deus – que estão bem presentes nos mandamentos -não matarás; não roubarás…-, devem ser entendidos como sinal da correção fraterna e amorosa de Deus. E a entrega de, Cristo Crucificado é sinal evidente de dádiva e amor sem limites. Poderemos julgar que Deus teve um gesto de fraqueza e até de humilhação permitir o sacrifício abominável de Cristo na Cruz, mas Cristo crucificado é o sinal de excelência, do amor de Deus por nós e com o Seu poder na Ressureição do Seu Filho Jesus Cristo. Ele diz-nos que também nós pela libertação do pecado e o cumprimento dos mandamentos podemos entrar nessa Ressureição, pois Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida que nos leva ao Pai. Para o fiel de Cristo no Domingo da Alegria (IV da Quaresma) a alegria do Evangelho é considerar que a morte não tem a última palavra e que a inimizade foi destruída devendo nós viver a Paixão a cada instante e testemunhar a Ressureição de Cristo.

Mais vale refugiar-se no Senhor, do que fiar-se nos Homens!

Mais Vale refugiar-se no Senhor, do que fiar-se nos poderosos! (salmo)

Boa Páscoa! Santa Páscoa no convívio das famílias, beijando a Cruz do Senhor e cantando o Aleluia do Compasso ou Visita Pascal, como ainda é salutar nas Terras de Lafões.

Procurais Jesus de Nazaré? Já não está aqui! Ressuscitou!

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Manuel Barrage

PELA FREGUESIA DE SERRAZES

Edição 708 (22/12/2016)

GRANDIOSO CONVÍVIO DE S. MARTINHO NA FREGUESIA DE SERRAZES (S. PEDRO DO SUL)

O convívio a que nos referimos foi realizado a 06/11/2016 com um esplendido dia de sol portanto, um autêntico verão de S Martinho, adequado para a prova do vinho, este inteiramente produzido na nossa Terra.

As barraquinha em número de (5) com soante o número de povoações existentes na Freguesia, tratando-se de Freixo, Covelas, Penso, Ferreiros e a respectiva sede (Serrazes), cujas colocadas espaçadamente pelo recinto, e iriam executar o serviço para o qual ali foram colocadas.

Como é sabido e desta maneira assim se tem mantido ao longo dos anos desde a sua iniciação, as ditas cujas representam as respectivas povoações da Freguesia e executando o trabalho específico que tem a haver: em primeiro lugar distribuir por todos quantos o desejarem a dita prova do vinho novo neste caso, como é óbvio cada uma delas orgulhosamente apresenta sempre do melhor que possui das suas labranças.

Também pelas ditas, é distribuída uma certa quantidade de carne de porco (fêveras) e o respectivo pão, que cada uma iria distribuir gratuitamente por pessoas designadas para tal tudo que ali houvesse para distribuir. Seriam (15 horas) mais ou menos a esplendida tarde de sol ia-se mantendo vendo-se as pessoas femininas e masculinas de canequinha na mão procurando entre as ditas, qual a que possuiria do melhor… entretanto também já se visualizava algo mais as brasas já estariam a exercer as suas funções pois o cheirinho propagava-se na atmosfera convidando como é óbvio a beber mais umas canequinhas…

O Rancho da Freguesia de Serrazes esteve presente no convívio cujo, depois de algum tempo inédito tendo reaparecido e muita gente (incluindo-nos) foi um prazer ouvir o nosso Rancho novamente. O Solista esteve e apresentou-se com muito boa forma.

Vamos todos dar as mãos com um bocadinho de cada um de nós constrói-se uma grande torre, e esta, que já está montada, unamo-nos para a manter de pé e assim continuarmos a manter as nossas tradições.

Destacamos a presença do Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul Vítor Figueiredo que em palco saudou todos os habitantes da Freguesia até denunciou um determinado trabalho cujo ameaçava perigo no atraso da sua execução e que neste momento o dito trabalho foi executado.

Não esteve presente o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Serrazes António Lopes Ribeiro por motivo grave quanto à sua saúde. Que Deus lhe proporcione para os seus dias restantes da sua vida (e que sejam longos) muita saúde.

Queremos apresentar toda a nossa solidariedade a sua estimada Esposa e Filhos e restante Família.

Antes de terminar a nossa redacção, queremos destacar também, o grandioso magusto realizado neste convívio. Magusto este realizado à moda antiga com a respectiva caruma.

Esta redacção cuja descreve passagem festiva, e aproximando-se uma de níveis superiores (Festas natalícias) de todas as Famílias. Do nosso coração, familiares, conterrâneos e não só espalhados pelo Mundo que Deus nos proporcione Festas Felizes e que a vida nos sorria a todos. Bom Natal.

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Manuel Barrocas

Edição 706 (24/11/2016)

GENTE DA MINHA TERRA

Conversando com Manuel Casais Alves Monteiro

Nesta reportagem que entrevistamos, damos a conhecer mais um conterrâneo que, sendo natural da nossa freguesia, teve uma carreira profissional de ascensão no Porto, na área da restauração coletiva, abraçando um projeto de 35 anos ao serviço de uma das maiores empresas do país, a multinacional Eurest Portugal.

Iniciou a escola primária nas Termas de S. Pedro do Sul, onde fez a 1ª e a 2ª classe e a 3ª e a 4ª classe na escola primária de Serrazes. Frequentou o 1º e 2º ano na telescola em Serrazes e os anos seguintes nos liceus S. Frei Gil e S. Tomás de Aquino, respetivamente em Vouzela e S. Pedro do Sul, tendo concluído os exames na Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, no ano letivo 1972/73.

Apesar de estudar, começou por trabalhar nas férias, fazendo a época termal nas Termas de S. Pedro do Sul durante os meses de julho a setembro. Assim, iniciou-se na F.N.A.T, hoje denominada Inatel, onde durante duas épocas foi responsável pela sala de jogos e biblioteca.

Em julho de 1968, foi para o Grande Hotel Lisboa, nas Termas de S. Pedro do Sul, tendo aqui iniciado uma nova área de serviço de mesa e bar durante seis épocas.

Terminados os estudos e motivado pela restauração, foi trabalhar para o restaurante snack-bar Jangada, em Aveiro, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho.

Em fevereiro de 1974, foi-lhe concebida emancipação plena pelos seus pais e, em fevereiro de 1976, passou à reserva territorial.

Em julho de 1976, respondeu a um anúncio por escrito, publicado no Jornal de Notícias, para “encarregado de refeitório”, ao qual responderam mais de 200 candidatos.

Esse anúncio, publicado pela Eurest Portugal, empresa multinacional formada pela Companhia Internacional des Wagons-Lits e Nestlé, estava a expandir-se em Portugal, pois ainda só tinha dois anos de existência e estava no apogeu da sua expansão.

Foi entrevistado, tendo aceitado as condições propostas e o lugar passado dois dias.

Passou por um estágio de formação na maior cantina (restaurante) da empresa “SACOR”, hoje denominada “Refinaria da Petrogal”, em Leça da Palmeira, onde eram servidas 1200 refeições por dia sem marcação e com cinco pratos à escolha: dois de peixe, dois de carne e um de dieta.

Esta unidade era a “escola” onde todos os responsáveis admitidos a gerentes ou cozinheiros tinham de fazer o seu estágio de formação, de modo a conhecer o funcionamento da Empresa.

Em meados do mês de setembro de 1976, foi convidado para gerir a cantina (restaurante) da Siderurgia Nacional, na Maia, onde esteve até fins de maio de 1978, tendo durante esse período recebido um elogio por escrito da direção da empresa pelo bom desempenho do seu trabalho. (Documentado)

Face ao trabalho atrás citado, a partir de 1 de junho de 1978, foi convidado a gerir como principal responsável a unidade da Refinaria da Petrogal, local esse onde, dois anos antes, tinha sido admitido para fazer a formação.

Nesta unidade, manteve-se como responsável até 30 de junho de 1981, tendo formado imensos operacionais que, após o estágio, seguiam para as aberturas de novas unidades.

Devido à enorme expansão que a Empresa detinha, a partir de 1 de julho de 1981, foi convidado para “Inspetor”, cujo trabalho consistia na abertura de novas unidades e colocar nelas todo o “know-how” adquirido, incluindo o pessoal de chefia saído da formação, o recrutamento de pessoal auxiliar, o acompanhamento na gestão de cada unidade, tendo em conta a aquisição de produtos, sistema HACCP, entre outros, e ser o elo de ligação entre a empresa e o cliente.

Em 1989, a empresa foi adquirida pelo Grupo Accor  e, em 1995, pelo maior grupo mundial de restauração a Compass Group.

Exerceu aquele cargo até agosto de 1997, tendo sido responsável pelas aberturas e gestão de inúmeros restaurantes nas seguintes áreas: empresas, escolas e hospitais, localizados em várias zonas do país.

Na área das empresas, destaque para as seguintes empresas: Grupo Sonae (5 unidades); Grupo Lactogal (4 unidades); Renault Portuguesa; Cablesa; Delphi; Continental Mabor; Groz Beckert; Probos; RTP; Delphi Castelo Branco; Danone; Nestlé – Avanca; Grundig…

Na área escolar, destaque para as unidades: Escola de Arcos de Valdevez, Vieira do Minho, Rio Caldo, Terras de Bouro, Arco de Baúlhe, Moure, Vila Verde, Viana do Castelo…

Na área hospitalar, destaque para as unidades: Hospital de Ovar, S. João da Madeira, Fafe, Covilhã, Vila Nova de Gaia (2 unidades), Covões, Hosp. Pediátrico de Coimbra…

A empresa continuou numa política de expansão e, com a aquisição de mais outra empresa de serviços nesta área, foi necessário criar a categoria de “Chefe de Divisão”, tendo sido um dos escolhidos bem como mais três colegas. Esta função de chefe de divisão, para além de ter algumas unidades à sua responsabilidade, ainda tinha que delegar serviço e acompanhamento a quatro inspetores. O total de unidades geridas por este grupo de pessoas ascendia as 110.

De realçar que exerceu este cargo desde setembro de 1997 até agosto de 2011, altura em que a Empresa necessitou de fazer uma forte restruturação nos quadros de pessoal, devido à crise que também se abateu no setor.

Durante os anos em que exerceu esta função, recebeu vários elogios escritos (documentados) pela direção da empresa, pelo reconhecimento do seu dinamismo, empenho e disponibilidade no exercício da sua função.

Para além do exposto, destacamos alguns dos inúmeros eventos chefiados e realizados por si e seus colaboradores ao serviço da Empresa:

• Serviço especial volante para a Renault Portuguesa no Castelo de Linhares – 650 paxs.

• Serviço especial volante para a Renault Portuguesa na Cooperativa Agrícola de Valhelhas – 4.500 paxs.

• Serviço especial volante para a Grundig em Braga – 600 paxs.

• Serviço especial volante para a Colep em Vale de Cambra – 1.500 paxs.

• Serviço especial para a Câmara Municipal de Paredes na visita do ex-presidente da República Dr. Aníbal Cavaco Silva –400 paxs.

Atualmente reformado com 46 anos de serviço e casado há 41 anos com a menina que conheceu desde os tempos da escola, tem dois filhos (um casal), que fazem a sua carreira profissional no Porto.

Regressaram de vez à sua aldeia, que sempre gostaram, pois as visitas eram constantes aos fins-de-semana. Cuidam dos seus bens, têm os seus “hobbies”, gostando de música e cinema e de desportos motorizados. Apreciam a natureza e a beleza da nossa região, bem como o clima e o ar puro que aqui se respira.

Frequentou Formação Profissional em:

• Gestão de Assertividade

• Planeamento e Estratégias de Equipas

• Coordenação de Equipas de Trabalho

• Sistema HACCP

• Segurança e Higiene no Trabalho

Participou em Seminários pela Escola Hoteleira do Porto em:

• “Alimentação em Cantinas e Bufetes Escolares”

• “Conceção e realização de Buffets”

• “Controlo de Alimentação e Bebidas”

• “A motivação do pessoal como fator de produção”

Regozijamo-nos pela actividade deste nosso conterrâneo

Bem-haja amigo Casais Monteiro

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Edição 706 (24/11/2016)

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Manuel Barrage

PELA FREGUESIA DE SERRAZES

O cemitério de Serrazes S. Pedro do Sul

Neste Cemitério acabam de ser executadas obras de grande beneficiação tratando-se de calcetamento dos respectivos passeios os quais há muito tempo já vinham a ser reedivicados Pela população derivado ao lamaçal como é normal em tempo de chuva ser normal. Há bastantes anos não precisamos quantos o dito Cemitério sofreu uma grande intervenção de grande ampliação estando já a parte ampliada prestes a completar-se quanto ao número de sepulturas os ditos passeios que ainda se encontravam em terra batida acabam como dissemos, de ser executados quanto ao seu calcetamento foram também implantadas algumas torneiras de distribuição de água por vários lugares. Ao cumprir-mos os nossos objectivos que é informar seja positiva ou negativa, nós não estamos aqui com a intuição de (botar abaixo). Regozijamo-nos quando anunciamos o “positivo” com deveis já ter analisado nas nossas notícias. Ouvimos pessoas (regozijadas como nós) e não foram assim tão poucas dizerem: temos um Cemitério bonito, e nós confirmamos “Está bonito sim senhor”. Parabéns aos nossos Autarcas.

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POR FREIXO DE SERRAZES

• Manuel Barrage

COMPORTAMENTO EXEMPLAR

Há comportamentos de comportamentos; Este que vimos aqui citar contendo algo de dignidade, demais a mais vindo ele de alguém ainda bastante jovem (apenas só por isso) e tendo nós esta oportunidade cabe-nos o dever de divulgar tal comportamento, cujo no nosso ponto de vista ele é digno de realce. Na nossa humilde opinião ele servirá também para enraizar na sua mente como de outros jovens que tais comportamentos são dignos perante toda a sociedade.

Queremos aqui deixar bem expresso a todos os jovens que a humildade e o respeito é sempre louvado e admirado por toda a Sociedade. Passando agora ao assunto que nos traz aqui cujo, tem a ver com o seguinte: Certo cliente (que somos nós) assíduo a determinado estabelecimento, (Café Central) o qual se situa no Largo do Cruzeiro, cujo com muito orgulho costumamos designar por “Sala de Visitas” desta linda Aldeia de Freixo de Serrazes, habituado como tantos outros (clientes) cumprimentarem-se individualmente, método familiarizante que é bonito, solicitando ao balcão o seu café, habito também usual, o que desta vez assim não aconteceu ficando sentado à mesa. Depois de alguns minutos passados, já um pouco distraídos com o ambiente, somos surpreendidos deixando-nos estupefactos quando o dito jovem estendendo a sua mão cumprimentando-nos, e ao mesmo tempo solicitando: Deseja tomar o seu café? Após o saboreamento do dito pelo sinal nesta casa muito apreciado quando nos dirigimos ao balcão a fim e efectuar o respectivo pagamento e pela estupefacção causada logo exprimimos ao dito jovem que tínhamos ficado radiantes pelo seu comportamento e logo lhe dizemos o que iriamos fazer. Quem será o dito jovem perguntaram os nossos leitores? Por tanto a sua identificação trata-se de: André de Almeida, Covelas de Serrazes que em tempo de férias escolares ali presta serviço, é filho do proprietário do estabelecimento completou este ano (2016) o décimo segundo ano, continuando neste momento o seus estudos em Lisboa No I.S. E. (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) e agora para terminar esta nossa redacção quero desejar a este nosso Jovem ( que muito admiramos) seja muito feliz na sua vida e que os respectivos estudos aliados aos dons que já demonstrou possuir o que nós visualizamos, e que cremos que não vão falhar, como se costuma dizer, esses que não se aprendem nos livros, nasce-se com eles sempre ouvimos dizer. Contribuam para que daí resulte o grande profissional como tantos outros que já existem neste País para que em conjunto engrandecerão a nossa querida PÁTRIA.

Bem haja pelo teu comportamento.

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Edição 705 (10/11/2016)

GENTE DA MINHA TERRA

Uma vida de trabalho exemplar a do Sr. António Oliveira Bastos

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Nasceu em Serrazes no longínquo ano de 1929 (vai fazer 88 anos) onde estudou na Escola Primária. Terminada a vida escolar, começou a trabalhar com 12 anos de idade como aprendiz de pedreiro passando depois a oficial pedreiro até ir para a vida militar.

A sua vida militar decorreu no Quartel velho de Viseu, passando depois para o de Santa Cristina (Artilharia Pesada) e finalmente ainda foi passar uns tempos no novo Quartel de Viseu e dado a sua dedicação e disciplina chegou ao posto de 1º cabo.

Terminada a vida militar concorreu aos Correios e Telecomunicações de Portugal.

No concurso ficou muito bem classificado, e logo foi admitido como Carteiro Provincial.

Nesta sua nova profissão, continuou sempre sendo um profissional exemplar e muito dedicado ao serviço e por isso os seus superiores atribuíram-lhe vários louvores e diplomas, que aqui com todo o nosso orgulho transcrevemos do extinto Jornal Tribuna de Lafões de 30-11-89.

HONRA AO MÉRITO – Deslocou-se, recentemente, a Viseu o nosso prezado conterrâneo Sr. António de Oliveira Bastos, Carteiro muito estimado, a fim de participar num almoço de confraternização com responsáveis do C.D. Postal de Viseu, tendo-lhe sido entregue uma medalha pelos serviços prestados, com a seguinte dedicatória:

“MEDALHA DE DEDICAÇÃO DOS C.T.T. – Atribuída pela Empresa Pública “Correios e Telecomunicações de Portugal “ao Senhor ANTÓNIO DE OLIVEIRA BASTOS, pelos serviços prestados durante mais de 36 anos de actividade profissional”.

ILHA DA MADEIRA – Além desta medalha foi o nosso conterrâneo premiado com uma viagem de oito dias à Ilha da Madeira com tudo pago incluindo excursões aos pontos mais bonitos e de maior interesse desta nossa bela Ilha. Sempre acompanhado de sua Esposa D. Glória Correia de Almeida.

O Sr. António O. Bastos, que durante muitos anos distribuiu milhares de exemplares da “Tribuna”, é casado desde o dia 15 de Agosto de 1953 com D. Glória Correia Almeida e pai dos Srs.: – Miguel Correia Oliveira, Funcionário dos CTT em Ansião, dedicado assinante deste jornal; – Ramiro Correia Oliveira, também Funcionário dos C.T.T., em Viseu; – D. Maria de Fátima Correia Oliveira, casada com o Sr. Ricardo Damas, radicados em Almada; – D. Conceição Correia Oliveira, casada com o Sr. António Almeida (com 3 filhos emigrados em França); – e António Correia Oliveira, em França.

A Tribuna de Lafões também reconheceu o mérito deste seu assinante:

N.R. – “Tribuna de Lafões”, não esquecendo as exemplares qualidades de funcionário que foi o Sr. Bastos, regista, com satisfação, a homenagem que lhe foi prestada, desejando-lhe, com sinceros parabéns, muita saúde e vida depois dos 36 anos de, por vezes, sacrificado trabalho.

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Manuel Barrage

Edição 701 (28/07/2016)

 

O JARDIM DA NOSSA ALDEIA

Pois este Jardim situado nesta linda sala de visitas (Largo do Cruzeiro) na dita aldeia de Freixo há muito tempo (anos) Legislação anterior se encontra em muito mau estado quanto à sua manutenção. Vejam caros leitores principalmente os nossos conterrâneos emigrantes espalhados pelo mundo quando do vosso regresso cujo está para muito breve que vindes gozar as férias merecidas depois de mais um ano de trabalho ao chegar à nossa aldeia e reparar no estado em que se encontra o nosso jardim não haja dúvida alguma que ireis dizer: “que raio de Presidente de Câmara temos “para deixar que tal desmazelo atinja o grau deveras tão negativo. As plantas estranhas já são tão demasiadas que já se sobrepõem às adequadas àquela superfície cujas germinam alegremente ao sabor da natureza mesmo sem rega alguma o próprio jardim só é regado no Inverno como por exemplo silvas as quais já atingem metros de comprimento o ano passado alguém reparando em determinada árvore que esta plantada no cento de um banco quadricular portanto no lugar certo pois virá num futuro próximo produzir (no verão) ambiente agradável ao ser humano ali apreciar a linda paisagem mas que não seja a presente. Porque o povo questiona tal abandono (os nossos impostos estão em dia) cujo é presenciável vimos por nossa alta recreação solicitar ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul Sr. Vítor Figueiredo se digne meditar no referido assunto exposto prometemos desde já vir por estas mesmas páginas agradecer não fica mal a ninguém proceder desta maneira. Há dias lemos algures algo que assinemos por baixo que tem a ver com a seguinte frase: pequenas obras grandes benefícios – Pois estamos plenamente de acordo – e parabéns da nossa parte à feliz expressão cuja na nossa mais humilde opinião está correctíssima por acharmos tal expressão correta as nossas revindicações vêem mesmo a propósito pois por mais pequenas que sejam elas trazem-nos sempre benefício e regozijo já agora cuja frase nos lembrou também tem a ver com o seguinte: e que passamos a descrever: existe nesta aldeia de Freixo uma Associação denominada “Grupo Desportivo de Freixo” fundada em 19/7/1991 tendo disputado campeonato de futebol INATEL e terceira divisão distrital e inscrita na Federação Portuguesa de Futebol ficando inactiva muito tempo, parque de futebol impraticável. Havendo ainda dois membros da primeira Direcção Presidente e Secretário resolveram para que não se despreza-se aquela obra assim de qualquer maneira obra essa que tanto custou a efectuar aos nossos primeiros Directores, Sócios e Atletas. Foi resolvido solicitar ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal Sr. Vítor Figueiredo cujo Presidente da dita Associação tem contactado pessoalmente por várias vezes sempre concordando no assunto mantendo-nos sempre esperançados. Com estes pedidos vário foi ordenado que se organizasse novos Órgãos Socias o que de pronto aconteceu e logo de seguida foi enviado um ofício ao Sr. Presidente da Câmara pedindo a cedência da velha Escola Primária para aí se erguer a nossa Sede e até ao momento estamos ansiosamente aguardando a resposta a este nosso pedido. Ao anterior Presidente da Junta e ao actual Presidente da Câmara tudo se mantem num impasse – O outro dizia: que não acreditava em bruxas mas nós também não mas que as há… lá isso há. Vamos pensar que um dia destes o caso será desbloqueado para bem de nós todos claro que não vamos entrar em qualquer campeonato será apenas para a Juventude e não só. Haverá passeios de bicicleta, caminhadas e jogos amigáveis de futebol solteiros e casados atletismo e lanches que também em dias de aniversários aqui se podem realizar pois temos aqui todas as condições para isso, vias de acesso muito óptimas para estas práticas, festas de aniversariantes comissões das Festas da Aldeia pois além do parque tem óptimas instalações que brevemente até água de nascente cuja água desta nascente nos anos trinta era considerada por alguém como medicinal será implantada no Parque Desportivo pois existe planos para esta implantação.

Há uns dias por isso mantemos a esperança apareceu inesperadamente no local das Vales o Sr. Presidente da Câmara Municipal de S Pedro do Sul acompanhado pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Serrazes (este ainda apresentavelmente saudável) e um Funcionário da respectiva Câmara, este operário manobrador da respectiva máquina de terraplanagens que em conjunto com o Sr. Presidente da respectiva Associação conversaram tendo destinado até determinado trabalho cujo Associação já executou, trabalho esse que terá a ver para o melhor manobramento das ditas máquinas. No regresso do Parque Desportivo e chegados a certo ponto havendo aí um terreno que a Junta de Freguesia de Serrazes doou à Associação a fim de ali num dia construir a sua Sede (O Sr. Presidente terá dito que aquele terreno ficava muito longe do povo) logo o Sr. Presidente da Associação ficou a pensar no caso e logo o transmitiu ao Secretário da referida Associação. O ideal para a nossa sede seria sem dúvida a velha Escola Primária) construída pelos pais dos primeiros Professores oficiais da dita escola e com a colaboração de muitos habitantes e do benemérito Sr. Bernardino Ferreira de Almeida já falecido no Brasil (Daqui enviamos em nome desta povoação os mais gratos e sinceros cumprimentos à sua filha Marly) e do Sr. Manuel Rodrigues também já falecido assim como a própria Cantina Escolar também construída com a preciosa ajuda dele e do Sr. Manuel Rodrigues  pessoa que também muito fez por esta nossa aldeia. Possivelmente e proximamente iremos falar destas duas personagens que tanto marcaram a nossa terra).

Continuando a conversa o Sr. Presidente terá dito também havendo neste terreno uns pinheiros aconselhou a vendê-los cuja importância é de 250 euros que serão aplicados no arranjo das portas que foram vandalizadas, pintura das balizas e onde mais for necessário.

Por estarmos a falar no dito Parque Desportivo lembramo-nos ao descrever esta notícia algo nos emocionou bastante ao lembrar-nos dum fundador desta Associação que se encontra hospitalizado em Coimbra gravemente doente o nosso querido amigo António Lopes Ribeiro actual Presidente da Junta de Freguesia de Serrazes o qual tem colaborado com a dita Associação em tudo o que tem sido solicitado, neste momento pois não se esperaria outra coisa sendo ele um dos principais fundadores. Esta Associação vem desejar-lhe rápidas melhoras e que o seu regresso ao seio Familiar seja o mais breve possível pois sua família e amigos assim o esperam. Como temos falado neste trabalho algumas vezes na expressão ESPERANÇA ficamos a aguardar pois ela é a última a morrer.

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Ed. 700 (14/07/2016)

Satisfação tão expressa merece destaque

Nesta linda aldeia de Freixo de Serrazes no local cujo nome os nossos antepassados denominaram por Moinho de Vento, local esse com uma superfície um pouco acidentada, e com muito pedregulho, seria impensável, noutros tempos claro, vir ali a emergir algo tão rico e inédito, podemos assim expressar-nos, um lindo bairro familiar com 14 habitações sendo 12 pertencentes ao mesmo ramo familiar e apenas duas são de outras famílias.

Quanto à denominação do dito local, diziam os mais antigos ter ali existido um moinho de vento, nós podemos afirmar ter existido ali uma base em granito e de forma circunferencial que nos leva a crer que ou de facto existiu o moinho ou então não chegou a ser construído não passando da dita base.

No dito lugar lembramo-nos de existir apenas um habitante, de nome Maria Paredes, viúva (disseram-nos) de um sujeito que teria sido combatente da primeira Grande Guerra em conjunto com mais dois indivíduos cá de Freixo são eles João Rodrigues e Manuel de Oliveira, este que foi pai de Fernando Coelho e Manuel Coelho ainda vivos e aqui muito conhecidos. A dita viúva teve uma filha e também um filho de nome Manuel, que segundo informações, ainda vive. Aproveitamos para lhe enviar um saudoso abraço, e que a vida lhe continue sorrindo assim como aos seus ante queridos. As primeiras construções no dito lugar foram executadas por dois irmãos, um após o outro, estas construções rondam o meio século de existência. Foi assim que familiar após familiar se projectou o lindo Bairro do Moinho de Vento. Há uns anos, já com estas habitações construídas, os respectivos habitantes vinham reivindicando o melhoramento dos seus arruamentos (o que nós num passado próximo publica-mos). Nestas últimas eleições autárquicas, olhos nos olhos, o actual Presidente da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul Sr. Vítor Figueiredo disse “ Se ganhar prometo a execução desta obra” Os respectivos habitantes acreditaram e nem foi preciso aplicar a frase “palavra dada palavra honrada” disseram-nos alguns desses habitantes: “O Homem cumpriu” por isso tem o nosso apoio.

Nós passamos por lá por duas vezes, e de uma delas houve alguém que nos disse que era pena não terem introduzido os tubos para o saneamento, e logo uma outra nos disse que não era preciso que com tubos ou sem tubos isto já está bom, não é preciso mais nada.

Também nos regozijamos pela obra ali realizada que engrandece toda a povoação.

Portanto por tudo aquilo que nós verificamos no terreno quanto à obra não temos dúvidas nenhumas, que a nossa exclamação justifica-se claramente. Na nossa humilde opinião e pelas pessoas contactadas demonstraram emocionadas a sua tão grande satisfação. Daí o TÍTULO DESTA NOTÍCIA.

 

Assalto à mão armada

No dia 17-06-2016 pelas 00,30 horas nesta aldeia de Freixo de Serrazes, no estabelecimento denominado Café Central encontrando-se apenas três clientes e o respectivo proprietário, jogando uma partida de cartas distraidamente quando de repente entrou no estabelecimento determinado indivíduo empunhando uma arma (caçadeira de canos serrados) e de cara tapada, dizendo: dinheiro da caixa. O respectivo proprietário sentindo que sua vida corria sério perigo, obedeceu à ordem não teve outra alternativa senão entregar ao gatuno o dinheiro que tinha na caixa. Os três clientes continuaram a jogar não se apercebendo que a coisa era a sério, tendo até dito um deles, que possuía dois casacos e que as balas não penetrariam, e ter sido ordenado alteração do local onde estavam, o que não cumpriram, só se aperceberam quando o respectivo proprietário lhe dá o respectivo (arame) depositado num saco de plástico.

Não foi ouvido qualquer ruido de qualquer viatura à chegada nem tão pouco à saída do bandido. Calcula-se que não deve ser pessoa com verdadeiro conhecimento do local por determinadas razões.

 

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Ed682_ManuelBarrocas

 

 

 

 

 

 

Manuel Barrocas

Ed. 684 (10/05/2015)

GENTE DA NOSSA TERRA

Conversando com o “Correspondente Manuel Barrage”

Ed684_SrBarrageComo foste preso pela PIDE? 

Corria o ano de 1961, eu estava nessa altura a trabalhar na Fábrica de Material de Guerra, e num belo dia de Maio resolvi, com dois colegas meus ir assistir a um jogo de futebol no campo do Oriental no Poço do Bispo, pois nessa tarde jogava lá o Grupo Desportivo de Sul Clube onde eu tinha muitos amigos e para isso tomamos um autocarro até ao campo.

No fim do jogo, tomamos um autocarro com destino à Praça do Comercio pois desejávamos ir a determinado ponto da cidade, quando seguíamos na Rua do Ouro fomos intersectados por dois indivíduos à civil que nos disseram as seguintes palavras: “Estão Presos”.

Foram directos para a Prisão da PIDE? 

Não fomos, voltamos para trás e já próximo da Esquadra da P.S.P. do Terreiro do Paço, mais propriamente na Rua do Arsenal, ao perguntarmos porque eramos presos apontaram-nos uma pistola dizendo: “O caminho é para ali”.

Na Esquadra o que é que vos aconteceu, e que horas já eram?

Eram umas 5 ou 6 horas da tarde, entramos na Esquadra e aqui ficamos até cerca das 2 horas da madrugada.

Nós estávamos sem medo nenhum pois, pensávamos que a polícia se tinha enganado.

Às tantas apareceram 3 indivíduos na sala, um deles apontando o dedo para nós, detidos dizendo: “São aqueles que pediram um bilhete para Moscovo”.

Logo aí, demos conta que o caso estava relacionado com a política.

Ainda nos dias de hoje eu, afirmo que nada daquilo que nos foi apontado existiu, nem em brincadeira.

Nesse tempo e nos transportes muita gente por brincadeira quando desejava ir para Moscavide pedia um bilhete para Moscovo.

Depois o que é que vos aconteceu? 

Na Esquadra foi-nos tirado tudo o que possuíamos, como relógios, dinheiro, carteiras, gravatas ficamos só com a roupa.

Quando dissemos que eramos funcionário públicos e que trabalhávamos na Fábrica de Material de Guerra, o próprio polícia (que era de S. Pedro do Sul) manifestou-nos a sua solidariedade, dizendo que iriamos perder o nosso emprego.

E depois?

Dois polícias de metralhadora em riste à saída da Esquadra, apontavam-nos a viatura para onde havíamos de seguir para a prisão do Governo Civil.

Aí passamos o resto da noite, e pelas 8 horas da manhã já havia colegas e amigos que nos procuravam, souberam de nós porque telefonaram para o Governo Civil e lá os informaram de que estamos detidos. Informámos os nossos colegas do que se estava a passar e que deveria ser um engano.

Logo nos disseram que, iriam informar o antigo Director da Fábrica Coronel Oliveira Pinto do que se passava.

Seguidamente o que aconteceu? 

Daí partimos para nova etapa que, foi irmos para a sede da PIDE na Rua António Maria Cardoso n.º 20 (nunca mais me esqueceu o número). Aí fomos interrogados com várias ameaças verbais e sem recorrerem à força ou tortura.

Entretanto oiço uma conversa entre, dois agentes em que um dizia: “É pá são de S. Pedro do Sul nem falar sabem”, mais uma vez pensei que a polícia se tinha enganado e fiquei um pouco contente e ansioso.

Mandaram-vos embora? 

A Conversa deles terminou dizendo-nos que íamos para o Forte de Caxias.

Chegados ao Forte de Caxias tudo no mesmo dia.

Entrada no Forte, tudo muito bem (pouco), a nível psicológico estávamos arrasados pois estávamos preocupados com o que nos iria acontecer no forte e com as nossas famílias pois estávamos incontactáveis.

Uns dias depois de lá termos dado entrada, oiço um guarda chamar pelo meu nome. Vou à sua presença e imediatamente reconheco o guarda de nome Fernando Dias de Almeida de Freixo de Serrazes que me perguntou, o que se passava connosco.  Espontaneamente lhe disse o que tinha ocorrido e que era mentira pois nunca pedira “um bilhete para Moscovo em lado algum”.

Logo me disse: não tenhas medo daqui a 8 dias estão lá fora.

Estes dias é meter para dentro passado uns dias é meter para fora.

(Isto refere-se ao 1.º de Maio dia do trabalhador, em que se detêm certas pessoas para depois as libertarem.

Uma coisa que nos deixou estupefactos foi a 1.ª refeição, pois abriu-nos um grande apetite.

De que constava essa refeição? 

Nada mais, nada menos do que um bife com um ovo a cavalo guarnecido com batas fritas, verifiquei que comi melhor do que na pensão onde eu comia e pagava.

E de libertação não se falava? 

Ao fim de 10 dia chegou finalmente o dia da sorte grande, digamos assim.

Nós os 3 amigos de S. Pedro do Sul somos chamados a fim de nos prepararmos para sermos postos em liberdade.

Foi uma alegria? 

Se foi!  À chegada ao gabinete de controlo da porta de saída, fomos identificados a fim de nos devolverem os nossos bens que nos tinham tirado na Esquadra da Rua do Arsenal.

Eu ao conferir os meus pertences notei que me faltava uma caneta de tinta permanente PARKER 51 bem cara e que eu tinha adquirido com grande sacrifício, na ex- Índia Portuguesa quando lá permaneci 2 anos como militar radiotelegrafista.

Esta caneta nunca a recebi, reclamei-a tanto na esquadra como no forte de Caxias nunca apareceu e desisti dela quando me ameaçaram com estas palavras “Vê se queres ir lá para dentro outra vez”.

Voltas-te ao teu trabalho ou foste despedido? 

Ao apresentar-me ao serviço na Fábrica de Material de Guerra, fui presente a um gabinete onde tive que contar tudo o que se passou e depois fui encaminhado para o mesmo serviço que executava.

Recomeças-te então a tua vida normal? 

Sim, mas passado talvez um ano dei conta que andava a ser perseguido, notando sempre uma determinada cara, tanto no restaurante onde eu tomava as minhas refeições ou no café que eu frequentava.

Que decisão tomaste? 

Eu sempre fui uma pessoa trabalhadora, séria, honesta e sobre tudo patriota tive medo que eles me prendessem outra vez, e como eles não acreditavam nos argumentos das pessoas que prendiam eu resolvi pedir a minha demissão do meu emprego e regressar à nossa Aldeia.

Quando me despedi dos meus colegas de trabalho disse-lhes: Vou-me embora para a minha Aldeia, estes gajos não devem ir para lá andar a traz de mim porque eu vou roçar mato.

E assim por causa de uma brincadeira de polícias eu perdi o meu emprego.

Bem-haja.

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Ed. 682 (10/09/2015)

Os carros dos nossos avós rolaram no Dia dos Avós

Passeio de carros clássicos

Aconteceu no domingo dia 26 de Julho

Organizado pelas seguintes entidades: Câmara Municipal de Vouzela, Escola Profissional de Vouzela e Associação Empresarial de Lafões.

Após as inscrições o passeio começou no Largo da Câmara de Vouzela, rumando a Vilharigues (Torre Medieval) onde foi servido a todos um café com o respectivo bolinho de Vouzela. Continuando o passeio agora para a Torre Medieval de Cambra, (é pena que a éria já esteja a tomar conta de um dos lados da Torre) também aqui os passeantes foram obsequiados não com café mas sim com uma “piqueta” deliciosa que a todos agradou.

Continuou o passeio agora rumo ao Restaurante Quinta da Cavada em Vouzela onde foi servido um lauto almoço onde não faltou a já afamada “Bitela de Lafões”.

Mais uma vez os velhos carros rolaram em direcção ao Largo da Câmara.

Durante os vários trajectos deste passeio, houve a simpática e oportuna colaboração de motociclistas do Moto Clube de Oliveira de Frades Lafões.

Pelas 4e30 horas o Sr. Presidente da Câmara de Vouzela Eng. Rui Miguel Ladeira Pereira recebeu os intervenientes deste passeio no Auditório 25 de Abril onde em conjunto com os restantes organizadores teve palavras de apresso e entregou prémios e lembranças a todos os presentes.

Depois seguiu-se a apresentação de um belo vinho rosé Chão do Vale que teve origem nas encostas de Vouzela que são marcadas pela presença da serra do Caramulo e pelos rios Vouga e Alfusqueiro. Deve ser servido à temperatura de 12 graus acompanhando saladas e frutos do mar ou simplesmente como aperitivo de vinho de Verão.

 

Festas Anuais de Freixo de Serrazes

Estas Festas tiveram início como de costume no dia 13 de agosto, com a actuação pelas 22 horas da Banda “Kayene” que muito agradou.

No dia 14 e também pelas 22 horas Actuou a Banda “FK” que também muito agradou.

No dia 15, dia grande dos festejos que começou às 10 e 30 horas com a Santa Missa em honra de Nossa Senhora do Bom Sucesso celebrada pelo Reverendo Pároco da Freguesia Álvaro Ferreira Diogo. Logo e após a celebração da Santa Missa, seguiu-se a Procissão.

De tarde das 17 horas às 22 horas actuaram com muito brilho: o Rancho Folclórico da Tileira (nosso vizinho de Lourosa Sta. Cruz da Trapa). “Associação de Danças e Cantares “Os Camponeses da Carregueira” Chamusca – Santarém.

Às 22 horas actuou a Banda Eclipse” que esteve ao seu mais alto nível.

Estão de parabéns os Mordomos que organizaram estas festas, pois fizeram tudo o que estava ao seu alcance para que tudo corre-se bem, não obstante as dificuldades que a crise nacional impõe.

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Covelas de Serrazes (Manuel Barrage)

Os habitantes desta povoação reclamam a reparação da sua estrada

Há uns tempos que esta povoação de Covelas vem reclamando a reparação da sua estrada, porque se encontra em muito mau estado.

Esta via, como é do conhecimento geral, além de servir a dita povoação, serve também muitos trabalhadores que exercem as suas profissões em Oliveira de Frades, assim como outros automobilistas que se deslocam para outras partes do país utilizando a auto-estrada A-25.

Como se pode verificar, a dita via com um trânsito bastante significativo justifica plenamente a sua reparação o mais breve possível. Os nossos autarcas, sejam quais eles forem, que assumam a chefia autárquica, repararão que este povo de Covelas não merece ser desprezado.

A dita via junto á Capela de Freixo, necessita de um trabalho mais aprofundado, visto que naquele local existe muitas águas de fundo necessitando de introdução de drenagem. Em tempos que já lá vão, foi tentando resolver esse problema, só que não foi possível resolvê-lo totalmente, porque o respetivo dreno não atingiu o local exato, que daria o esgoto desejado. Correm por ali muitas águas fluviais, dificultando as pessoas que se deslocam à Capela a fim de assistirem aos atos religiosos.

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