PCP diz “que pouco ou nada foi feito”
Partidos continuam a fazer balanço do primeiro ano autárquico
Depois do executivo (PS) e do maior partido da oposição (PSD), foi a vez do Partido Comunista Português (PCP) analisar o primeiro mandato autárquico em S. Pedro do Sul. Em comunicado, Eduardo Boloto diz que “não há uma estratégia de desenvolvimento para o concelho” e que neste primeiro ano “pouco ou nada foi feito”.
Sem vereação ou assento na Assembleia Municipal, o PCP mostra estar atento à atualidade de S. Pedro do Sul. Em comunicado, Eduardo Boloto traça um retrato de um concelho parado. Como defende, “só está uma obra a decorrer, uma variante com cerca de 200m, mas que tem um interesse limitado, no fundo quem veio a beneficiar, foram os proprietários dos terrenos junto, onde ela está a ser rasgada”. Obra a que o PCP deixa críticas: “O trânsito que vem da zona industrial dos lados de Carvalhais/S. Cruz da Trapa, com destino a Aveiro/Porto/A25 Sul, nomeadamente viaturas pesadas, passarão junto às Escolas. A avenida Drº Sá Carneiro passará a uma estrada principal, criando constrangimentos e prováveis acidentes”.
Também para o PCP a situação financeira do Município não pode servir de desculpa. “A divida herdada não pode ser desculpa para o facto de este ano não ter sido feito nada. S. Pedro do Sul não é das Câmaras que está no lote das mais endividadas, felizmente, o que recebe é suficiente para honrar os empréstimos”, acrescenta a Comissão Inter-concelhia de Lafões.
No mesmo comunicado o PCP crítica, ainda, a desistência da Providência Cautelar contra o encerramento das Escolas.
“Turismo afunila nas Termas”, diz PCP
Também o Turismo não foi esquecido. O PCP dia que, atualmente, o “turismo afunila nas Termas”. Como defende, “o concelho e a região são muito mais do que isso, pensamos que falta um plano estratégico de desenvolvimento turístico, que potencie as nossas reservas naturais, gastronómicas, monumentais e etnográficas”. Esta força política crítica, ainda, “a opção pela via lúdico-desportiva do traçado da antiga linha do Vale do Vouga e não haver uma ideia da integração do concelho na ligação à linha do Norte e da linha da Beira Alta.”Redação Gazeta da Beira
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