dark Waters

e outras notícias de S. Pedro do Sul

Banda Sampedrense está a dar que falar

darkWaters querem  fazer reflectir as pessoas sobre o panorama actual, através da música

• Patrícia Fernandes
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dark Waters

Nasceram há pouco mais de um ano e meio, mas já são muito os projectos dos  darkWaters. A pouco e pouco, as suas músicas vão chegando ao público e, até então, têm sido muito bem recebidas.  A Gazeta da Beira quis conhecer este grupo sampedrense que se propõe a levar a sua  música ao mundo, ao mesmo tempo que, procura que as pessoas reflictam sobre  os principais problemas, que marcam a sociedade actual.

Gazeta da Beira: Quem são os darkWaters?
darkWaters: Os darkWaters são uma banda de rock/metal, que conta com o Sérgio Lucas na voz, Jorge Costa e Diogo Cardão nas guitarras, Nelo Almeida no baixo e com o Filipe Serrano na bateria.

GB:Os darkWaters já surgiram há cerca de um ano e meio, como é que tudo começou?

dW: Como qualquer projeto, os primeiros tempos foram, acima de tudo, de experimentação e de tentativa de adaptação às ferramentas que cada elemento tinha para oferecer à banda, ficando, no entanto, desde muito cedo, demonstrado que o processo criativo seria, à partida, facilitado. Apesar dos diferentes percursos que cada um de nós tinha desenvolvido até essa data, havia muito em comum entre todos, nomeadamente a ânsia desenfreada de fazer boa música e de exteriorizar um conjunto de ideais que todos nós achávamos estar adormecidos, não só, no nosso país, mas, aparentemente, em muitos outros pontos do planeta. Daí à gravação do nosso registo de estreia, Golden Age of Decadence, foi um processo relativamente rápido, e como tudo aquilo que a banda tem feito até ao momento, este é uma tentativa de agitar o panorama que nos rodeia ou de, pelo menos, fazer com que as pessoas em geral reflitam acerca do estado das coisas que regem a sua existência.

GB:Qual é o conceito por detrás deste trabalho?

dW:O conceito por detrás deste trabalho (e que tentámos ilustrar pelo nome escolhido) é precisamente o da total contradição entre o progresso tecnológico, económico e social, que se verifica e se celebra diariamente em todas as circunstâncias, e a dimensão negra que se esconde por debaixo de tudo isso e que muitos se recusam a enfrentar: a perda e o desrespeito por tudo aquilo que faz de nós realmente seres humanos.

GB:Sentem que as pessoas, em geral, gostam do vosso estilo? Têm tido um bom feedback?

dW:Bem, de um modo geral, o apoio que temos recebido tem sido bastante grande e as reações muito favoráveis, apesar de estarmos ainda numa fase relativamente inicial de divulgação do nosso trabalho. Há já temas do nosso álbum, “Golden Age of Decadence”, que se têm destacado e merecido bons comentários por parte de quem o conhece. “Pure Hate”, por exemplo, tornou-se numa música que agrada imensa gente e o mais curioso é que esse público é muito diversificado, não só em termos de idade, mas também de tendências musicais.

GB:Quais os principais projectos e ambições para o futuro?

dW:De momento, estamos a organizar uma digressão a nível nacional, para divulgarmos o nosso trabalho e dar a conhecer darkWaters a um público mais alargado. Temos já vários convites em agenda, e esperamos continuar a dar resposta a muitos deles até ao final do ano, sendo que 2014 será certamente um ano muito especial para a banda. No entanto, e dado o mercado nacional, é forçoso que tentemos ir além-fronteiras. É, aliás, mais nesse sentido que estamos a trabalhar de momento, pois queremos levar a nossa música a outros países, se possível. Neste momento já se ouve darkWaters em vários países do continente Americano, tendência essa, que queremos consolidar e expandir.

Quanto a projetos ou ambições de futuro, aquilo que sempre nos motivou (e continuará certamente a fazê-lo) é o prazer de conseguirmos as coisas pelos nossos meios e ao nosso ritmo, pois nenhum de nós está nisto pela fama e fortuna. Tudo o que de realmente interessante vier na nossa direção será seguramente aceite e concretizado de acordo com o que acharmos o melhor para a banda em determinado momento.

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Casamento em Santa Cruz da Trapa

Casamento da Catarina Loureiro de Sousa e do Pedro Miguel Landeira Rodrigues Branco

No passado dia 14 de setembro, na igreja de Santa Cruz da Trapa, teve lugar o casamento da Catarina Loureiro de Sousa e do Pedro Miguel Landeira Rodrigues Branco, ela filha da Sr.ª D. Maria Natália de Almeida Loureiro de Sousa e do Sr. Dr. Custódio Santos de Sousa  e ele da Sr.ª D. Maria de Lurdes Coelho e do Sr. Jocelino Branco.    Ela é neta materna de António Loureiro (já falecido) e de Maria de Lurdes de Almeida e paterna de Flausino de Sousa e de Custódia Lopes dos Santos (ambos falecidos) e ele neto materno de Américo Coelho e de Maria da Conceição Landeira (já falecidos) e paterno de António Branco (já falecido) e Maria Rodrigues.

A celebração religiosa, presidida por D. Ilídio Pinto Leandro, Bispo de Viseu, e concelebrada pelo Padre Custódio Rocha e pelo Padre Custódio Branco (primo do noivo) foi animada pelo Grupo Coral de S. Mamede, de que a noiva foi, desde tenra idade, membro empenhado e interventivo, como organista e como agente de renovação da atividade do grupo.

A boda foi servida nas instalações da bonita Quinta da Capela, em Campia, cuja qualidade de organização e serviços proporcionou aos convidados um conforto unanimemente reconhecido.

Os noivos pernoitaram ainda na confortável suite nupcial da Quinta, depois da festa que se prolongou pela noite adentro e saíram, de madrugada, em viagem de lua-de-mel.

Para o novo casal, ambos enfermeiros a exercer em França, votos sinceros de felicidades, tanto no plano pessoal como profissional.

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Câmara de São Pedro do Sul disponibiliza técnico para pequenas reparações

Oficina Domiciliária dá mão-de-obra gratuita a idosos e carenciados

• Patrícia Fernandes

O novo projecto da Câmara Municipal chama-se Oficina Domiciliária e pretende ir ao encontro dos munícipes, a fim de lhes resolver pequenas avarias da ordem do dia. Vítor Figueiredo (como a Gazeta da Beira noticiou na passada edição), já tinha adiantado a ideia, aquando da inauguração das atividades da Universidade Sénior. Agora, ultimados os pormenores a Ofícina Domiciliária já está em acção.

Desde problemas elétricos, a problemas com a canalização, o município dispõe de um técnico especializado capaz de resolver pequenas reparações. A mão de obra é completamente gratuita, sendo que, basta um simples telefonema a comunicar a avaria.

A ideia foi de Vítor Figueiredo que, enquanto Presidente de Junta de São Pedro do Sul, já tinha executado um programa semelhante na freguesia, o qual, teve resultados positivos. Agora, como Presidente da Câmara, o autarca vai alargar esta iniciativa a todo o concelho. Como explicou, em declarações à Gazeta da Beira “há pessoas necessitadas, muitas vezes isoladas, que não têm a quem recorrer para resolver pequenas reparações, com esta iniciativa podemos ajudar naquilo que elas precisam.”

Este apoio social destina-se exclusivamente a idosos e a pessoas carenciadas. Uma medida que vem ao encontro da política do município. Como referiu Vítor Figueiredo, “mais do que fazer grandes obras, procuramos ajudar as pessoas, chegar junto delas e fazer aquilo que elas precisam”. O Presidente da Câmara promete não ficar por aqui, o município tem em cima da mesa outras ideias, no âmbito social, que estão a ser analisadas. Como acrescentou Vítor Figueiredo “espero que esta não seja a primeira e a última medida”.

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 Nasce Gabinete de Atendimento ao Munícipe, em São Pedro do Sul

Para um município mais rápido e eficaz

• Patrícia Fernandes

A partir de meados do próximo mês, a Câmara Municipal dispõe de um novo serviço. Um Gabinete de Atendimento ao Munícipe, uma espécie de balcão único que procura agilizar a vida dos cidadãos.

O prometido é devido e tal como Vítor Figueiredo prometeu, aquando da sua tomada de posse, o novo executivo está a tomar medidas para desburocratizar, o mais possível, o município.

Já no próximo mês,  na Câmara Municipal de São Pedro do Sul,  um só balcão estará preparado para dar muitas respostas. Uma medida que, como explica Vítor Figueiredo, quer tornar os serviços mais rápidos e eficazes. Como esclarece o presidente da Câmara à Gazeta da Beira, “com esta medida, queremos facilitar a vida dos cidadãos e evitar que os munícipes andem a saltar de edifício em edifício”.

O  Gabinete de Atendimento ao Munícipe será composto por uma equipa de quatro funcionários, os quais, como indica Vítor Figueiredo, “estão habilitados para encaminhar  assuntos de diversas áreas”. Para o efeito, neste momento, a equipa está a receber a devida formação. Um conhecimento transversal que implica uma maior cooperação entre serviços. A Câmara de São Pedro do Sul segue, assim, o caminho da simplificação que procura facilitar o quotidiano dos Sampedrenses.

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Município de São Pedro do Sul vai rever o PDM

Novo plano quer alargar as possibilidades de construção

• Patrícia Fernandes

ED643-PDM_CMSPSJá se iniciou a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), em São Pedro do Sul. O projecto está a ser desenvolvido por uma equipa multidisciplinar e procura actualizar o plano perante o novo quadro legislativo.

Para Vítor Figueiredo a actualização deste projecto é de extrema importância para o município. Como explicou à Gazeta da Beira “há muitas pessoas que querem construir em São Pedro do Sul e  não podem, porque o plano não autoriza”. Como acrescenta o Presidente da Câmara, com este novo plano, que obedecerá a um novo quadro legislativo, “há terrenos onde antes não era possível construir e que, agora, com a nova legislação, vai ser possível”.

De grosso modo, este novo plano vai ser adaptado à actualidade. Neste sentido, o território vai ser reavaliado, pelo que poderá surgir a hipótese de alguns terrenos puderem, agora, acolher construções e investimentos.

A Câmara Municipal de São Pedro do Sul explica que vai haver “uma alteração substancial a todos os níveis”. Este é um processo que está sempre dependente dos pareceres de inúmeras entidades que tutelam áreas tão diferentes como Agricultura, Ambiente, Economia, Turismo, Educação, Saúde, Estradas, Florestas, entre outras, pelo que, não há maneira de estimar o tempo que o processo vai demorar até estar concluído. Tendo em conta as características desse processo, este demorará nunca menos de ano e meio até estar concluído.

 O que é o PDM?

O Plano Diretor Municipal é um documento estratégico de desenvolvimento e de ordenamento do território municipal. Neste documento está definida a organização municipal do território, ou seja, estabelece quais os usos e as actividades que determinado espaço pode conter, assim como, enuncia, em caso disso, algumas limitações de aproveitamento. (por exemplo, a impossibilidade de construir). Ou seja, consoante as características analisadas, o território será catalogado, sendo que serão, neste sentido, identificadas, as zonas agrícolas, florestais e de protecção da natureza, a rede urbana, as zonas de cheia, as zonas com maior risco de incêndio, a rede viária, a rede de transportes, as redes de abastecimento de água e saneamento, entre outras. O Plano Director Municipal é, portanto, o documento que regula o planeamento e o ordenamento de qualquer município.

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Grupo no Facebook que procura divulgar São Pedro do Sul já tem 4169 elementos

Concurso de Outono procura mostrar a beleza da cidade termal

• Patrícia Fernandes

Já são 4169 os elementos que fazem parte do grupo, no facebook, intitulado por “Amigos de São Pedro do Sul- Cidade Termal”, número este que não para de crescer. Pessoas diferentes, pessoas de todos os cantos do mundo que partilham um interesse comum, uma cidade que estimam e que têm no coração: São Pedro do Sul. Agora que a quadra natalícia se inicia e que as cidades apertam o grupo lançou um desafio aos seus seguidores: Um concurso de fotografia que têm com tema central o Outono. O objectivo é claro, divulgar a beleza natural de todos os recantos da Cidade Termal que, vestida com os tons alegres de outono fica com ainda mais encanto. Como explica, João Damas, o administrador, este grupo procura ser um elo de ligação entre todas as pessoas que gostam e que se preocupam com São Pedro do Sul. Como explica “ é uma forma de valorizar aquilo que temos, promover a nossa região, a nossa cultura, as nossas paisagens e a nossa Estância Termal. Ao mesmo tempo que, como acrescenta é  também uma forma de informar, os elementos, sobre o que vai acontecendo em São Pedro do Sul, em especial àqueles que estão longe.  Este concurso vem ao encontro destes objectivos como refere João Damas, “este evento tem por finalidade promover São Pedro do Sul e mostrar as cores fantásticas que esta estação do ano nos revela  através da fotografia”.

Até ao momento,  o concurso de fotografia o  “Outono em São Pedro do Sul-2013” já conta com 27 fotografias, mas João Damas, espera muito mais. Como refere : “ O concurso só começou no dia 15 de Novembro e só acaba às vinte e quatro horas, do próximo dia 15 de Dezembro, acredito que ainda muitas pessoas vão querer participar”. Para já, o balanço é muito positivo, como conta o administrador, não só, há muitas fotografias a serem publicadas, como há também muitos gostos e comentários positivos. Para além disso, importa ainda salientar que algumas empresas locais ficaram entusiasmadas com a iniciativa e comprometeram-se em apoia-la.

Depois de encerramento do concurso, a partir do dia 16 de Novembro e até ao dia 23 de Novembro, as fotografias vão ser sujeitas a votação. O autor das melhor fotografia vai ser premiado com várias lembranças, oferecidas pelas empresas que se associaram ao projecto. Uma verdadeira prenda de Natal, para o vencedor, mas sobretudo, para São Pedro do Sul.

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