Francisco Queirós

China: uma Estratégia de Dominação Global! (1.º capítulo)


China tem um plano de dominação do planeta. a estratégia “One belt, One Road” foi posta em marcha depois do fim da “guerra fria” entre os EUA e a ex-União Soviética. Desde então, os descendentes de Mao Tse Tung tentam manter a teimosia comunista no planeta e enfrentar, pela polarização, a nação mais próspera, desenvolvida e poderosa do mundo, os EUA.

 

Há décadas que a China vem desenvolvendo um plano gradual de mundialização. O objectivo é garantir aos chineses a propaganda do funcionamento do regime totalitário, assegurando aos internacionais as orgulhosas “glórias” de um comunismo de porcelana e papel de seda.

Mas a China não está só nesta oligarquia: as elites chinesas souberam, desde há décadas, infiltrar governos, organizações e os Media ocidentais, para uma suavização na opinião pública das atrocidades comunistas aos direitos humanos. A China soube ainda influenciar organizações internacionais, privadas e públicas, para secundarizar e ocultar estas atrocidades. A ONU foi, e é, uma das mais corruptas nesta propaganda.

A globalização planetária não é feita apenas de dominação. É também feita de informação. E ninguém se deve esquecer de quando a ilusão comunista chinesa quase se desmoronou em Tianamen, quando um regime autoritário se viu subitamente derretido, diante de câmaras da televisão, que divulgaram um solitário cidadão chinês a enfrentar os arrogantes tanques do exército vermelho, que se preparavam para neutralizar uma manifestação.

Parecia o fim, mas bem pelo contrário: o regime intentou com sucesso (graças à infantilidade e corrupção do Ocidente) uma campanha de cosmética silenciosa, mas massiva. Não apenas havia que fazer nascer uma imagem de dignidade na opinião publica ocidental, mas sobretudo infiltrar-se no Ocidente. A China tenta dar uma imagem de “Parceiro Económico Fiável”. Se a corrupta e inútil ONU vai anuindo com esta mentira grotesca, muitas Organizações e Estados Ocidentais apontam continuamente o dedo aos sucessivos e brutais atropelos dos Direitos Humanos praticados pelo Regime totalitário aí vigente.

O povo Chinês desconhece em absoluto o que seja uma “Democracia” fundamentada na vontade popular. Nunca na sua história experienciou tal por isso desconhece-o de todo. Assim se explica que a famigerada “Revolução Chinesa” tenha triunfado à custa de 62 Milhões de chineses mortos. Curiosamente não há filmes ou séries sobre o assunto e que despertem as consciências adormecidas dos ocidentais. O que é natural: a China infiltrou-se em Hollywood para controlar a produção audiovisual! Estabeleceu aí uma plataforma de “Censura Inquisitorial e Macabra”!

A China já nem se preocupa demasiado em convencer os seus cidadãos que o “Comunismo” funciona, antes de espalhar essa ideia pelo mundo inteiro. E tal só é possível com a Dominação e Superação do Ocidente Capitalista e Democrático. EUA e Europa são os seus alvos. Inicialmente a “Pregação Comunista” passava pela produção activa na Africa e Asia. Mas os povos desses continentes são absolutamente indiferentes à “Cartilha Maternal Marxista Chinesa”! Querem apenas os produtos chineses de baixo custo, ainda que sem qualidade alguma. O Oligarquia chinesa percebeu que não são só os Ocidentais que recusam o seu “Centralismo Totalitário”: é a Humanidade em geral que teima em preservar a sua frágil Liberdade!

Assim desde o tempo do “Deus Mao” que a elite Chinesa se reúne amiúde para rever a Estratégia de Dominação Global. O plano, que sempre foi o fim último da Revolução, passa por várias etapas:

  • Inserir Chineses no maior número de países pela disseminação,
  • Criar laços de dependência dos demais países em Relação à China (pela via Financeira e Cadeia Produtiva),
  • Terminar com a subjugação de grande número de Nações das decisões do Governo de Pequim

Os EUA e a Europa sabem disso…, mas foi Trump (por muitos defeitos que tenha! E tem de fato!) o primeiro político a levantar “Voz Grossa” denunciando que esta ardilosa expansão chinesa é o maior Inimigo do Mundo Ocidental, seu modo de vida e das suas liberdades. Com isso tem uma imprensa “corrupta e vendida” contra si. Mas muitos outros líderes Ocidentais começam a sentir-se suficientemente escudados pelos EUA e sua administração e apontam cada vez mais o dedo acusador à infiltração Chinesa.

Continuarei este breve “ensaio” no próximo número da GB.

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