Francisco Queirós

Cimeira do Clima

A luta contra as Alterações Climáticas faz-se com Vontade Política e a Melhor Ciência e não com uma Garota a gritar “Vamos Morrer Todos” ….

A esta jovem sueca recomenda-se que volte para a escola, estude Ciências e não mais incentive os demais jovens a Greves às aulas e Manifestações patéticas/ineficazes e já agora a Calar-se! Chega de conversa para Iletrados vibrarem com o vazio, estupidez e ignorância do discurso (afinal não conseguem perceber mais do que Balelas!) e vamos às propostas concretas/exequíveis que se esperavam, mas ainda ninguém conhece.

Greta Thumberg é uma pessoa manifestamente desequilibrada: sofre de Síndrome de Asperger, transtorno do déficit de atenção / hiperatividade (TDAH), transtorno Obcessivo Copulsivo e Mutismo Selectivo. Perante este diagnóstico e usanso os nossos conhecimentos de Psicologia parece-nos evidente que a campanha pela qual de celebrizou não é produto da si mesma, mas de uma elite que a expõe para daí obter grandes provendos (financeiros e não só!). Provém de uma família abastava de gente ligada às artes, embora não às citcendes como sugere tanta palhaçada.

O discurso e a forma radical e pouco regrada de activismo desta menina sueca é perigosa e até pode resultar em contraproducente por reduzir a acção em defesa do planeta a meras manifestações e cartazes sem qualquer conteudo que valha. Como é natural que seja seguida por publico mais infantil/juvenil há bastantes relatos de que muitas crianças estão a ter dificuldades em dormir devido ao seu discurso idiota, mas assustador para quem não tenha conhecimentos reais da situação e/ou a tenra idade ainda não lhes não lhe permita perceber o que realmente está em causa. E Greta Thumberg limita-se a um infantil exercício de repetição de uma ideia vaga, mas aterradora: “o Mundo está à beira do fim e vamos morrer todos”. As alterações Climáticas são coisa demasiado séria e precisam da melhor ciência para serem compreendidas e travadas a tempo. Não é uma estridente garota que faz greve às aulas que nos leva a uma solução duradoura e eficiente do problema.

Também devemos ter conta que alterações drásticas do Clima aconteceram no nosso planeta bem antes da humanidade existir. Por exemplo acredita-se que a extinção dos Dinossauros se deveu a um cataclismo climático. Embora não saibamos o que realmente aconteceu há grande probabilidade científica de que assim tenha sido. Ora aqueles que hoje atacam a criação de gado na medida em que a flatulência dos animais aumenta o nível de CO2, não têm em conta de como seria no tempo dos Répteis gigantescos que habitaram a terra. Podemos apenas ter uma ideia distante. É notável a incompreensão dos citadinos sobre o mundo rural. O disparate é a consequência lógica desta visão enviesada do real.

É a inegável e cientificamente assumido que a acção humana, sobretudo desde a Revolução Industrial, tem impactos altamente maléficos sobre o Clima terrestre. Há que corrigir hábitos e formas de viver para que o planeta continue sustentável enquanto nossa casa comum. No entanto a distância variável entre a Terra e o Sol tem influência inegável no nosso clima. Isso é causado pelos chamados Ciclos de Milankovitch. Esses ciclos são responsáveis por parte das variações do nosso clima. O Sol é a fonte de toda a energia existente na Terra. Ora a Terra recebe mais calor quando está mais perto do Sol devido às variações na órbita. Isso acontece ao longo de um ciclo de 115.000 anos e não tem nada a ver com o CO2. Esta variação provoca as variações glaciares, que resultam em períodos de longos verões e longos invernos. A excentricidade do Orbita terrestre e a Inclinação do Eixo do planeta são alguns dos factores que justificam o fenómeno. Noutros planetas do Sistema Solar foram descobertas ocorrências de ciclos de Milankovitch. Não são tão intensos ou complexos como os ciclos da Terra, mas têm um impacto geológico global no que diz respeito aos movimentos de sólidos móveis, como gelo de água ou de azoto, ou lagos de hidrocarbonetos. Por exemplo as Calotas polares de Marte variam em extensão devido à instabilidade orbital relacionado a um ciclo de Milankovitch latente e a Lua de Saturno, Titã, tem um ciclo de ~60.000 anos, que altera a localização dos lagos de metano (que nesse fascinante, mas longínquo planeta existe em estado líquido e se comportará como a água na Terra segundo muitos astrónomos e astrofísicos).

Finalmente não omitir que o planeta está sobrepovoado com os mais de 7,3 mil milhões de seres humanos que nele habitam. O ritmo de aumento populacional é vertiginoso (ainda que menos intenso nas últimas 2 décadas) e prevê-se que se chegue aos 10 mil milhões de humanos em 2050, 11 mil milhões por volta do ano 2100. O Planeta não tem recursos para tanta gente. Urge travar a fundo este crescimento incomportável da população. Pouco ou nada se fala deste factor como um dos maiores causadores dos desequilíbrios ambientais da Terra, porque será?

Assim as alterações Climáticas são algo de tão vasto e complexo que só a “boa ciência” multidisplinar pode compreender e resolver. Com a colaboração de todos e cada um. E não são os slogans mais ou menos histéricos da menina Thunberg que nos salvarão a pele!

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