Francisco Queirós

A Vergonhosa Hipocrisia Alemã soma e segue…

“DAS Fraude” Continua!

A Vergonhosa Hipocrisia Alemã soma e segue…

E os povos alegres e contentes continuam a prestar vassalagem aos Herdeiros do Nazismo e compram VW como se maravilhas de tecnologia tipo “Guerra das Estrelas” se tratassem…, mas não são: o automóvel é coisa que vem do sec. XIX que vai apenas sendo cada vez aperfeiçoado.

Nos próximos artigos farei uma abordagem sobre a temática da fraude sobre as emissões poluentes da VW a que só os EUA até agora tiveram coragem de fazer frente impondo uma multa record de 14.300 milhões de Euros… Que a Administração Trump vá ainda mais longe!

 

As Origens sujas do “Pseudo-Carro do Povo”!

A Alemanha é hoje considerada o arauto do automóvel, mas nos primeiros anos da existência da indústria foi mais uma “pátria-madrasta” para os seus cidadãos menos abonados. Apesar de ser um dos pioneiros da revolução automóvel, o país não soube dar-lhe continuidade durante décadas, e a maioria da produção automóvel alemã centrava-se em carros caros, de produção limitada, destinados às classes altas. Enquanto isso, os Ford T eram vendidos aos milhões nos EUA e os Austin Sete estavam presentes em todo o Império Britânico e na Europa. Aliás, o primeiro BMW era um Austin construído sob licença. No período final da República de Weimar, a Alemanha passou de 86 fabricantes de automóveis para apenas 12, entre os quais marcas mundialmente reconhecidas, como a Mercedes.

A génese do que hoje conhecemos como a marca Volkswagen surge com a chegada ao poder de Hitler, que apostou numa política de “motorização” do povo. Em 1933, apenas uma em cada 50 famílias alemãs tinha automóvel. Para aumentar esse número, Hitler exigiu que as marcas produzissem um carro por menos de 990 marcos, uma quantia equivalente ao preço de uma moto nessa época. O carro teria de poder transportar três crianças e dois adultos, ter um motor refrigerado a ar (de manutenção mais fácil), consumir “apenas” 7 litros de gasolina aos 100 quilómetros e tinha de alcançar uma velocidade máxima de 100 km/h. Esta velocidade, elevada para um carro tão barato, destinava-se a encorajar os donos desses automóveis a usar as ‘Autobahnen’, as autoestradas, que o novo regime mandara construir.

No entanto, concentradas na construção de carros de gama alta, nenhuma empresa alemã tinha recursos para cumprir aquelas especificações por apenas 990 marcos. Hitler decidiu então lançar uma empresa pública para produzir o primeiro ‘Volkswagen’, literalmente “carro do povo”. O que viria a ser o famoso “carocha” surgiu finalmente em 1938, concebido por Ferdinand Porsche, hoje conhecido pela marca de luxo que usa o seu nome, e denominado “Volkswagen Tipo 1”.

A eclosão da Segunda Guerra Mundial determinou que apenas algumas poucas centenas de “carochas” fossem produzidos antes de 1945, sendo a sua importância considerada secundária em relação à versão militar da viatura, o Kübelwagen.

Terminado o conflito, a empresa esteve para ser desmantelada, de acordo com o plano aliado de desindustrialização da Alemanha. Por ironia, um dos maiores símbolos da Alemanha actual foi salvo de ir parar ao caixote do lixo da História por um homem que apenas meses antes era inimigo dos alemães. A fábrica da Volkswagen encontrava-se no sector de ocupação britânica, cujas tropas estavam a braços com uma enorme escassez de automóveis ligeiros. O major inglês Ivan Hirst, encarregado da gestão das unidades fabris de Wolfsburgo, considerou que os carros da Volkswagen eram perfeitos para as necessidades do exército britânico e reorganizou a empresa, relançando a produção. A tal ponto foi bem-sucedido que hoje tem o seu nome imortalizado numa avenida de Wolfsburgo.

O Volkswagen Tipo 1 “Carocha”, desenhado em 1938, viria a vender muitos milhões de unidades e só há poucos anos deixou de ser fabricado no Brasil. De “obra do regime NAZI de Hitler” (um dos Regimes que mais morte, destruição e sofrimento espalhou pelo planeta – JÁ SE ESQUECERAM? OU TAMBÉM ACHAM QUE O HOLOCAUSTO FOI UM MERO EPISÓDIO NA HISTÓRIA?) a símbolo da Alemanha moderna, a Volkswagen evoluiu para ser hoje uma das maiores empresas do planeta e número 1 mundial na venda de automóveis.

Entretanto andam mudos e calados os Paladinos da ecologia; estranho… será que também se banqueteiam na mesa dos Herdeiros de Hitler, Hess, Goebbels, Rommel Himmler (o mentor da “Solução Final”!) e companhia?

Já gora um apelo a todos: antes de comprar um VW lembrem-se de Auschwitz, do Ghetto de Varsóvia da Noite de Cristal e dos milhões que pereceram às mãos dos Alemães na 1.ª, mas sobretudo na 2.ª Guerra Mundial!

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