Francisco Queirós

A Denuncia do “Politicamente Correcto” como imperativo de Consciência (V)

Nesta minha Cruzada contra a Ditadura do “Pensamento Único, Intolerante e Inatacável” a que chamamos “Politicamente Correcto”, cumpre-me hoje apresentar esse “Pequeno / Grande” Livro de Jefrey D. Breshears intitulado “Breve História do Marxismo Cultural e do Politicamente Correcto”. Está publicado entre nós pela “Contra-Corrente” (belo nome para uma Editora que se pretende livre das amarras das Tiranias e seus Tiranetes que nos escravizam a Vida e o Pensamento!).

Nesta obra o autor começa por nos recordar que é muito é “comum dizer-se que a queda do muro de Berlim, em 1989, seguida do colapso da URSS dois anos depois marcou o fim do comunismo ou a sua derrota”. Mas será que tal convicção é Verdadeira? Infelizmente parece que não! O projecto comunista pode ter sido derrotado no plano económico e substituído pelo capitalismo triunfante, mas no resto a história foi diferente. A gesta marxista apresenta diversas cabeças, como é óbvio, e a mais perniciosa remete para a cultura.

Considera o autor que “é um facto indesmentível que, nesse campo, a esquerda marxista soube levar a água ao seu moinho de forma extremamente eficaz!” Fosse no leste, no oeste, nas democracias socialistas ou em regimes autoritários, o seu veneno foi-se espalhando insidiosamente por via editorial, universitária, cultural e outras… Denota-se também uma muito curiosa (Escandalosa!) diferença de tratamento reservada aos cabecilhas, reais ou não, das diferentes facções em outros tantos regimes: Afonso Costa mandava vir as refeições do restaurante quando preso nas masmorras monárquicas; já os centros de reeducação republicanos ou comunistas não ofereciam tratamento “tão simpático e ternurento” aos que lá albergaram e continuam a amordaçar pelos seus grilhões opressivos!

Depois de uma derrota absoluta no plano económico, e do escancarar de portas sobre a Vergonhosa Miséria e a Opressão a que eram sujeitos os Povos dominados pelos Regimes Comunistas (coisa que no Ocidente só não sabia quem não queria ou fingia não saber para Iludir e Converter as Gentes aos “Amanhãs que Cantam”, aos “Sóis da Terra” ou ao “Pai de Todos os Povos”) os Marxistas haviam de continuar a porfiar em outras frentes. A chamada Escola de Frankfurt, através da sua pequena diáspora, haveria de fazer chegar a voz e os escritos aos Estados Unidos e, posteriormente, aos diversos recantos do mundo Ocidental. Os desconstrucionistas e outros companheiros alargariam o processo e hoje é o que se vê. O Marxismo Cultural continua a “Vender os seus Produtos” com eficácia! Produtos? De que Produtos falamos então? Vão do Politicamente Correcto à Ideologia de Género que se vão impondo a sua presença nefasta no mundo europeu e norte-americano, contribuindo para destruir a Civilização Ocidental a que nos devíamos orgulhar de Pertencer!

É um processo conhecido, mas que nunca é demais recordar: perdidos os Operários e os Camponeses, outros Oprimidos haveriam de ser criados: regra geral minorias reais a algumas imaginárias. Ruidosas e exigentes, faziam e fazem o seu percurso perante a indiferença de uma maioria anestesiada, embriagada e reduzida a uma infantilidade aterrorizadora e que se deslumbra à passagem do “progresso”, entendido geralmente como uma qualquer aberração ou futilidade. Que os arquitectos deste processo destrutivo têm conseguido os seus intentos vê-se no estado actual daquela que deveria ser pilar da Civilização contra a decadência e o relativismo, a Igreja Católica, também ela minada pelas forças marxistas.

É a história, a evolução deste movimento que Jefrey D. Breshears nos oferece. Com os seus desígnios, os seus actores, a sua linguagem reptiliana (veja-se o exemplo dos ilegais que passaram a ser “migrantes”) e as suas variações camaleónicas. Um trabalho obrigatório. Porque o Mal não foi derrotado. Mudou de rosto, como sucede tantas vezes!Redação Gazeta da Beira

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