Bloco de esquerda dirigiu 4 perguntas ao Governo, através do Ministério da Saúde
Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questiona Governo sobre encerramento de extensões de saúde de Cambra, Alcofra, Queirã e Campia
Extensão de saúde de Cambra
O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões II engloba os antigos Centros de Saúde de Aguiar da Beira, Sátão, Vila Nova de Paiva, Castro Daire, São Pedro do Sul, Vouzela e Oliveira de Frades. O Centro de Saúde de Vouzela tem quatro extensões de saúde associadas, sendo elas Cambra, Alcofra, Queirã e Campia.
Em breve, irá entrar em funcionamento uma USF em Vouzela, medida que permitirá disponibilizar cuidados de saúde primários com melhor qualidade à população e, que, consequentemente é uma medida positiva. Todavia, as extensões de saúde de Cambra, Alcofra, Queirã e Campia poderão estar em risco de não continuarem a funcionar.
O Bloco de Esquerda considera que esta situação carece de clarificação. Sendo certo que uma USF permite a disponibilização de cuidados de saúde bem mais alargados e mais diferenciados do que uma extensão de saúde, é também verdade que estas extensões possibilitam cuidados de saúde básicos a estas pessoas, muitas delas idosas e com dificuldade de locomoção. Parece-nos que estas especificidades devem ser ponderadas e deverá ser equacionada uma estratégia que permita que as extensões de saúde atualmente em funcionamento possam continuar a prestar cuidados de saúde de proximidade à população.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:
1. O Governo tem conhecimento da situação exposta?
2. Está previsto o encerramento da extensão de saúde de Cambra, Alcofra, Queirã ou Campia, do Centro de Saúde de Vouzela?
3. Qual/quais os motivos que justificam este encerramento?
4. Está o Governo disponível para equacionar uma estratégia que permita que as extensões de saúde atualmente em funcionamento possam continuar a prestar cuidados de saúde de proximidade à população?Redação Gazeta da Beira
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