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2ª Edição do concurso literário “Vouzela, um património a descobrir” premiou três trabalhos

Sessão de entrega de prémios realizou-se no dia 11 de maio (nesta edição da Gazeta da Beira a modalidade “texto narrativo - Escalão 1)

A galeria Leituras (In)esperadas recebeu, na quinta-feira, dia 11 de maio, a sessão de entrega de prémios do concurso literário “Vouzela, um património a descobrir”, promovido pelo Município de Vouzela em parceria com a ADRL – Associação de Desenvolvimento Rural de Lafões, jornal “Gazeta da Beira”, os Agrupamentos de Escolas de Vouzela (AEV), de Vouzela e Campia (AEVC) e a Escola Profissional de Vouzela (EPV).

Para além dos concorrentes, professores, familiares e amigos, marcaram presença no evento a vereadora da Cultura do Município de Vouzela, Carla Maia, e os diretores das escolas do concelho, Raquel Ferreira, José Lino Tavares e José Alberto Pereira.

Satisfeita com a participação no concurso, a vereadora Carla Maia sublinhou a qualidade dos trabalhos apresentados e o número de participantes.

A concurso estiveram 21 trabalhos, tendo sido vencedoras da categoria A, modalidade “Texto Narrativo – Escalão 1” Leonor Margarida Figueiredo Serra, Maria Miguel Chaves Pereira e Sara Cerozino Chaves da Escola Secundária de Vouzela; na categoria A, modalidade “Texto Lírico – Escalão 1” Sónia Maria Pereira Gonçalves também da Escola Secundária de Vouzela e vencedora da categoria B (aberto à população) modalidade “Texto Lírico”, Filomena Fonseca de Vila Nova de Famalicão.  Os vencedores receberam um prémio monetário de 100 euros.

Os textos vencedores estão publicados nas páginas eletrónicas dos promotores do concurso.

Texto vencedor – Modalidade “texto narrativo – Escalão 1

A Caça ao Tesouro

Tudo começou no verão de 2010, num verão diferente dos outros… Devem-se estar a perguntar por que é que foi diferente. Pois bem, passou-se assim…

As férias grandes tinham acabado de começar e já Matilde, Duarte, Margarida e Santiago se dirigiam para a terra dos seus avós, Figueiredo das Donas, uma linda, pequena e histórica aldeia situada no concelho de Vouzela.

Como os seus avós já eram velhinhos e não lhes queriam trazer preocupações e trabalho, iriam ficar hospedados na prestigiada casa de turismo “Paço da Torre”, uma casa senhorial do século XVI que tinha sido restaurada recentemente, e que, para além dos quartos enormes, a comida deliciosa, tinha, também, a sua própria capela integrada.

Após uma longa viagem, os quatro irmãos, finalmente, chegaram ao seu destino… Mal saíram do carro, ficaram perplexos com o que os seus olhos estavam a ver… tantas árvores, tantos animais, já para não falar daquele pôr-do-sol que deixava qualquer um sem palavras, da linda paisagem constituída por pinheiros e eucaliptos e ainda da harmonia entre a pequena aldeia e a natureza, que parecia que tinham sido feitas uma para a outra.

Já com as malas desfeitas, eles decidiram ir dar uma volta pela aldeia para poderem apreciá-la um pouco mais e aproveitaram para ir visitar os seus avós, que já não viam há algum tempo e dos quais estavam cheios de saudades. E assim foi… Ao fim de darem a sua voltinha e de se deslumbrarem com a beleza da localidade, Matilde, Duarte, Margarida e Santiago, foram até casa dos seus avós onde eram esperados.

Mal abriram a porta de casa dos avós instalou-se no ar um cheirinho maravilhoso, que Matilde reconheceu de imediato, eram os deliciosos pastéis de Vouzela da avó Maria, os deliciosos, inigualáveis pastéis da avó, tão bons ou até melhores que os originais.

– Olá, avó! Há quanto tempo não te via… Já tinha tantas saudades tuas e do avô. – disse Santiago, dando um enorme e apertado abraço a cada um.

– Oh! Meus queridos netos, vocês já estão tão crescidos! – disse a avó, lacrimejando de alegria.

Ao fim de todos se cumprimentarem, chegou a hora de pôr a conversa em dia e nada melhor para acompanhar a conversa do que os pastéis acabadinhos de sair do forno, feitos com uma massa muito fina, recheados com um delicioso doce de ovos e polvilhada com açúcar em pó par decorar e um chazinho preparados pela avó. Falaram durante horas sobre os seus planos para o futuro, a escola, os namoricos… enfim, coisas de netos e avós. Até que Duarte disse:

– Avó, esta aldeia é linda, agora percebo por que vocês não se querem mudar para Lisboa para perto de nós…

– Sim avó, é uma linda aldeia, e com certeza com muita história por detrás. Será que a podes contar? – interrompeu Margarida, a curiosa.

– Com todo o prazer! – respondeu-lhe a avó. – A lenda conta que estava na altura do rei mouro Mauregato receber o seu tributo anual de cem donzelas. Havia nessa altura um homem, D. Ramiro, que tinha uma filha muito bela que era D. Mécia que a mandado do rei foi levada pelos seus soldados. Num dia de verão, os soldados que acompanhavam as donzelas até ao castelo do rei mouro, devido ao cansaço e ao calor infernal que fazia, decidiram parar para descansar, e acontece que pararam no local onde hoje se situa esta aldeia. Então deitaram-se à sombra de uma figueira para descansar, mas antes, fecharam as donzelas num casebre ali perto, para não correrem o risco de elas fugirem. As horas foram passando e os soldados adormeceram, e ao longe ouviu-se um cavalgar. Era Goesto Ansures, que ao ver a circunstância em que as raparigas se encontravam, decidiu lutar contra os mouros para as libertar. E assim foi… Goesto derrotou todos os mouros, exceto um, o chefe dos soldados. Quando chegou a sua vez de ser derrotado, ele num movimento brusco fez com que a espada do valente cavaleiro cristão se partisse. Goesto, sem medo, disse que o derrotaria com o primeiro objeto que lhe viesse à mão, esse objeto foi um ramo da figueira e com ele derrotou o mouro e libertou as donzelas.

-Uau, avó! É uma história fascinante! – disse Matilde.

E assim se passou uma bela tarde…

Ao outro dia, os quatro irmãos decidiram ir explorar um pouco, seguindo a lista que o avô lhes tinha feito com os sítios a visitar na aldeia. Começaram pela igreja. Era uma igreja antiga, pequena mas ainda assim muito bonita. Tinha várias estatuetas, entre elas, a estatueta da santa da aldeia, a Nossa Senhora das Neves. Ao observar a estátua, Margarida, notou, que a mão fechada da mesma continha alguma coisa, e curiosa como era, tentou tirá-la, mas sem sucesso. Depois Duarte, com as suas mãos fininhas, acabou por conseguir tirar o conteúdo. Era um papel que aparentava ser antigo, muito antigo, com muita dificuldade conseguiram ler o que nele estava escrito, que era: ”Se o tesouro querem encontrar, pela estrada antiga terão de caminhar.”.

Os irmãos nem queriam acreditar naquilo que tinham acabado de ler. “Um tesouro? Qual tesouro?” – pensavam eles. Nem quiseram saber daquilo que o bilhete os mandava fazer, foram logo ter a casa dos avós e contaram-lhes o sucedido.

– Um tesouro? Aqui?! Em Figueiredo das Donas? – questionou a avó depois de ouvir os netos – Não!! Não pode ser!!

– Então a que se referia o bilhete? – perguntou Santiago.

– De certeza que nunca ouviste falar de um tesouro? – perguntou Duarte.

– Pois, não sei… Eu acho que não… – respondeu-lhe a avó.

Fez-se silêncio na sala…

– Só se…Não, não é possível…

– O que é que é impossível, avó?- questionou um deles.

– Sabem, quando eu tinha a vossa idade, a minha avó contou-me uma história de um objeto valioso escondido, aqui na aldeia.

– Será esse tal objeto o tesouro? – voltou a perguntar Duarte.

– Não sei, mas não fiquem com muitas esperanças, porque a história pode ter sido inventada apenas para meu entretenimento – disse Maria.

Curiosa como era, Margarida tornou a questionar:

– E que história era essa que a tua avó te contava?

– Lembram-se daquela lenda que vos contei ontem? – interrogou a avó. – Esta história está relacionada com ela. Resumidamente, a história contava que as donzelas e o cavaleiro cristão nunca tinham sido encontrados, assim como o ramo de figueira usado para derrotar o chefe dos mouros.

– Então se nunca encontraram essas coisas como sabem que a história é real? – interrompeu Matilde.

– Não se sabe, é por isso que é apenas uma lenda…

As horas passaram mas a conversa estava tão interessante, que nem deram por isso e quando se aperceberam já estava na hora de regressarem à casa de turismo, para descansarem e terem muita energia para começarem a busca ao tesouro.

No dia seguinte, após uma boa noite de sono, Matilde, Duarte, Margarida e Santiago levantaram-se bem cedo para começarem a busca. Puseram-se a pensar e rapidamente perceberam que a estrada antiga era a estrada romana, uma estrada velha, que como o nome indica, provém do tempo dos romanos. Fartaram-se de procurar outra pista, já estavam ali há horas e ainda não tinham encontrado nada que os levasse ao tesouro, fosse ele o que fosse… Até que, quando se preparavam para desistir, Duarte, que era um pouco desastrado, tropeçou e fez com que um bloco da calçada se deslocasse e por baixo do mesmo, encontraram um papel. Pensaram logo que era a pista que procuravam, pois o papel era idêntico ao outro, e estavam certos. Lá dizia: ”Estão quase lá, mas se o tesouro querem encontrar, primeiro da água pura terão de provar!”.

– O que quererá isto dizer? – interrogou Santiago.

– Não sei e se perguntássemos a alguém? – opinou Matilde.

– Boa ideia! – disseram os outros.

Então foram até ao café da aldeia, o Café Serôdio, e perguntaram:

– Bom dia! Será que a senhora nos podia dizer onde podemos beber água pura?

– O melhor sítio para a beber é na fonte Velha, ali ao fundo da rua.

– Obrigado pela informação! – disseram os quatro, em harmonia.

E lá foram eles, mas antes voltaram à casa de turismo onde almoçaram um prato típico região, Vitela à Lafões. Após terminarem as suas deliciosas refeições, os irmãos foram até à tal fonte. Quando chegaram, repararam que era uma fonte antiga e verificaram que de facto a água era pura e tiveram a certeza de que a segunda pista se referia àquela fonte. Depois de ficarem algum tempo a admirá-la, começaram então a busca, que durou horas a fio.

Infelizmente, foram horas desperdiçadas, pois os irmãos não encontraram nenhuma outra pista, apenas um buraco que mais parecia uma fechadura. Primeiro, pensaram que poderia ter alguma coisa a ver com o tesouro, mas acabaram por desistir da ideia, pois qual seria a probabilidade de haver uma chave que encaixasse?

Visto que não encontraram nada e já estava a anoitecer, os quatro irmãos voltaram para os seus quartos para descansarem. Estavam muito tristes e desiludidos, uma vez que pensavam mesmo que havia um tesouro e que haviam de ser eles a encontrá-lo, mas pelos vistos tinham-se enganado.

No dia seguinte, foram ter a casa dos avós e eles surpreendidos com a sua presença perguntaram:

– Então vocês não deviam estar à procura de um tesouro?

– Nós desistimos! – disse Matilde, com voz triste.

– Porquê? – questionou o avô espantado.

– Cansámo-nos de procurar e as pistas não nos levaram a nenhum lugar.

-Vá!! Não fiquem tristes! Sei de uma coisa que voz pode animar. – disse-lhes a avó a sorrir.

– O que é avó? – perguntaram os irmãos.

– Já vão ver!

Maria levou-os a um sítio muito especial para si e do qual gostava muito. Era uma grande árvore, uma carvalha, onde em criança balançava, escalava… Era muito antiga e estava repleta de grandes bolotas. Na aldeia chamavam-na de “A Carvalha”. Quando precisava de organizar as ideias e desligar-se do mundo era para lá que ia.

Ao vê-los, ainda, tristes a avó disse-lhes num tom encorajador:

– Não desistam! Vão ver que ainda vão encontrar um tesouro, se não for este, será outro qualquer.

No preciso momento em que a avó acabou de falar, Duarte reparou que havia um pequeno buraco no tronco da árvore. Enfiou as suas mãos magrinhas dentro dele e de lá tirou um saco que se precipitou a abrir. E qual não foi o seu espanto quando viu que lá estava uma chave.

– Uma chave? Olhem ela tem um desenho. – disse Santiago.

– O que é? – perguntou de novo Margarida, a mais curiosa.

– Não tenho bem a certeza, mas acho que é uma fonte…

De repente, lembraram-se do estranho buraco que tinham visto na fonte e encheram-se de esperança, a probabilidade era pouca mas, se calhar até podia encaixar, por isso foram logo até à fonte Velha. Quando chegaram, colocaram a chave no tal buraco, rodaram para a direita e… abriu-se um alçapão no chão. Lá dentro tinha uma caixa muito velha, e dentro dela estava um documento também antigo, escrito por uma das donzelas da lenda, em latim claro…

– Não acredito que finalmente encontramos o tesouro! – disse Matilde entusiasmada.

– Finalmente conseguimos! – reforçou Duarte.

Ao fim de tudo isto, os irmãos foram de novo até à Carvalha para contar à avó o que se tinha passado. Mostraram-lhe logo o velho e frágil papel com esperança de que ela soubesse decifrar o que nele estava escrito. Mas azar dos azares, a avó percebia tanto daquilo como eles e ficaram sem saber o que significavam aquelas palavras.

Maria lembrou-se então que conhecia alguém que os poderia ajudar… Era um velho e sábio artesão que vivia mesmo na aldeia. Quando chegaram a casa do pobre velhote contaram-lhe o que se passava e ele, sem hesitar, ofereceu, de imediato, a sua preciosa ajuda. Em menos de cinco minutos conseguiu decifrar aquelas palavras que relatavam o que realmente tinha acontecido no dia em que o bravo cavaleiro cristão derrotou todos os mouros.

Novamente, Duarte, o observador, reparou que no fundo do documento estavam umas letras muito pequeninas. Pediu ao artesão que as traduzisse, mas desta vez foi mais difícil pois a velhice não lhe permitia ter uma boa visão, mas com muito esforço conseguiu. Nenhum deles queria acreditar naquilo que o artesão dissera, ficaram estupefactos com a situação… Aquelas frases pequeninas revelavam onde se encontrava um objeto de inestimável valor, o ramo da figueira, aquele que Goesto havia usado para derrotar o mouro, esse mesmo!

Alegres pela sua descoberta, foram para o local referido na mensagem. Depois de seguirem todas as indicações, deram conta que tinham voltado ao sítio onde tinham iniciado a aventura – a Igreja. De novo, começaram a procurar, demoraram quase duas horas, mas valeu muitíssimo a pena, pois conseguiram encontrar o tão precioso tesouro.

O ramo e o documento foram levados pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal para o Museu, onde havia exposições de todo o tipo. Obviamente, foram galardoados com medalhas e até houve uma festa de comemoração em honra deles.

Quando chegou a hora de Matilde, Santiago, Margarida e Duarte voltarem para a sua casa, em Lisboa, foram abordados novamente pelo Sr. Presidente da Câmara que lhes fez uma proposta:

– Percebi que vocês são crianças muito corajosas e aventureiras e como tal convido-vos a ficarem pois Vouzela, é um património a descobrir e tenho a certeza que são as pessoas ideais para desvendar todos os seus segredos, tesouros e mistérios desta terra.

Sem hesitar os irmãos responderam que sim e logo iniciaram uma nova aventura… e quem sabe o que iram descobrir? Talvez um tesouro nas torres medievais de Cambra, Alcofra e Paços de Vilharigues, ou então um manuscrito do tempo de D. Manuel II em Vouzela…

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Nome: Leonor Margarida Figueiredo Serra

Idade: 12

Data de nascimento: 2 de Junho de 2004

Profissão: estudante

Morada: Calvos, Fataunços

Nome: Maria Miguel Chaves Pereira

Idade: 12

Data de nascimento: 26 de Junho de 2004

Profissão. Estudante

Morada: Real das Donas, Figueiredo das Donas

Nome: Sara Cerozino Chaves

Idade: 12

Data de nascimento: 31 de dezembro de 2004

Profissão: estudante

Morada: Monsanto, Figueiredo das Donas

Escola Secundária de Vouzela (7ºB)

 

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