Francisco Queirós
Pare, Escute e Olhe…

Pare, Escute e Olhe…
Era assim que costumávamos ver interpelados a ter cuidado quando nos aproximávamos de Passagens de Nível ferroviárias, sobretudo sem guarda….
Pare, Informe-se (junto de fontes sérias e Independentes), Reflita e saiba Agir em função dos interesses de todos…
É o que se recomenda perante os tempos de meias verdades e muitas mentiras que poluem as mentes dos cidadãos neste nosso tempo e sociedade da informação cada vez mais desinformada!
Neste Portugal dito de Democrático (???) a Republica não se discute e até a constituição nos proíbe de o fazer (famigerado artigo 228!) fiquem a saber a verdade….
Presidência da Republica custa o dobro da Casa Real espanhola!
O Chefe do Estado Português continua a sair mais caro aos portugueses do que Felipe VI aos espanhóis. Nos últimos anos, a Casa Real espanhola aplicou um programa interno de austeridade que reduziu as suas despesas, enquanto a Presidência portuguesa conseguiu aumentar ainda mais os custos de manutenção. A comparação negativa não se aplica só́ a Espanha: o nosso Presidente é mais dispendioso para os cofres públicos do que muitos dos monarcas europeus.
Para Portugal ter um Presidente como Chefe do Estado, os contribuintes vão ter de desembolsar quase 16 milhões de euros este ano – mais do dobro dos 7,7 milhões que a Coroa espanhola custa a ‘nuestros vecinos’. Quando o custo é considerado tendo em conta a população ou o PIB, então conclui-se que o Presidente da Republica Portuguesa se encontra entre os Chefes de Estado mais dispendiosos da Europa, superando inclusive muitas das cabeças coroadas dos países ricos do velho continente.
Esta é uma realidade que já́ vem a ser abordada, nomeadamente por este jornal, desde o tempo em que Juan Carlos e Cavaco Silva, respectivamente, ocupavam os cargos de Rei de Espanha e Presidente da Republica Portuguesa. Desde então, a situação só́ piorou.
Os Paladinos da Democracia são os mesmos que impõe a Lei da Rolha e do Tabefe!
O destacado Socialista e Ex Ministro Jorge Coelho afirmou sem pudor “Quem se mete com o PS leva!”…e não é certamente um ramo de flores digo eu!
Os Tempos em que as figuras públicas se desafiavam umas às outras para duelos, com opção de pistola ou florete, já passaram. No entanto, ocasionalmente, figuras gradas do PS gostariam literalmente de reviver os bons velhos tempos – e ameaçam com pancada rija quem se atreve a discordar de si…
João Marques de Almeida, do jornal ‘online’ Observador, teve a ousadia de “ofender” o “querido líder” do PS, António Costa, fazendo comparações entre o primeiro-ministro português e o Presidente dos EUA, Donald Trump. Uma das analogias (a de que ambos perderam o voto popular mas chegaram ao poder – Costa por “golpe de coligação”, Trump graças aos colégios eleitorais) parece bastante óbvia. Mas o deputado socialista Ascenso Simões não se conformou com o supremo atrevimento do articulista e deu imediatamente uso à luva branca virtual chamada Twitter, considerando que “para este comportamento” só havia uma solução: “um par de bofetadas”.
E claro que ninguém deve esquecer o desbragado Dr. João Soares que num surto de impulsividade (certamente após noite mal dormida ou mal passada) prometeu, publicamente e via Facebook, unas “salutares bofetadas” a dois jornalistas Portugueses, certamente por delito de opinião… coisa que se julgava extinta depois do 25 de Abril… pelo vistos não está, ao menos para a bandas do PS.
As Agências de Rating se calhar têm razão…
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, o Ministro Mário Centeno e o Secretário de Estado Mourinho Félix andam tristes porque as Agências de Rating não elevam a República portuguesa muito acima de “junk status” (“lixo”).
Os Media apresentam diariamente uma situação económica portuguesa auspiciosa. O desemprego oficial reduziu-se significativamente (mas está ainda em históricos de dois dígitos, de cerca de 10%). O PIB cresce acima de 1,5% (muito abaixo do desejável nível de 2,5-3,0%, para se poder pagar a monstruosa dívida pública). O deficit público é o mais baixo após o 25 de Abril de 1974 (não esquecendo os artifícios do Novo Banco, da Caixa Geral de Depósitos e outras criatividades financeiras).
Apesar de tais façanhas, as quatro maiores Agências de Rating do mundo, a S&P, a Fitch, a Moody’s e a canadiana DBRS, não alteram a sua percepção sobre Portugal. E porquê? Certamente que a sua análise da real situação económica de Portugal não á feira através de óculos de lentes rosa como como são usados pela elite politicamente correta e bem-pensante da nação! ACORDEM e mudem para lentes incolores e graduação máxima!
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