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Bispo de Viseu alerta para uma economia que “mata tantos sonhos e projetos humanos”
Bispo de Viseu alerta para uma economia que “mata tantos sonhos e projetos humanos”O bispo de Viseu, no dia 1 de janeiro, quando a Igreja Católica celebra o Dia Mundial da Paz, apelou à construção de uma nova cultura de paz e justiça, para superar as crises que marcam o início de 2022.
“Ao vivermos estes dias de muita perturbação social, sanitária, económica e política, de muitas catástrofes naturais e conflitos entre povos e nações, todos sonhamos com um Ano Novo mais feliz”, disse D. António Luciano, na homilia da Missa a que presidiu.
O responsável católico falou numa economia que “mata tantos sonhos e projetos humanos” e defendeu que “todos devemos empenhar a nossa vida na construção da cultura da paz, da justiça e do amor”, pedindo “um caminho novo marcado pela esperança o diálogo, a escuta, a partilha, a proximidade, a fraternidade”.
A homilia destacou o processo sinodal convocado pelo Papa, de 2021 a 2023, desafiando a comunidade católica a encontrar a capacidade de “caminhar juntos” na transformação da sociedade e do mundo, apresentando um “horizonte de luz, de humildade e de esperança”.
“Que o sonho de cada um de nós numa vida nova, leve os cristãos, as famílias, os governantes e todas as pessoas de boa vontade a ser capazes de construir em cada dia do novo ano a paz, a justiça, a harmonia, a saúde, o pão, o trabalho e uma habitação digna para todos”, apontou.
O Dia Mundial da Paz, a 1 de Janeiro, foi instituído em 1968 por Paulo VI (1897-1978); Francisco escolheu, como tema da sua mensagem para 2022, o ‘Diálogo entre gerações, educação e trabalho: instrumentos para construir uma paz duradoura’.
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