Nazaré Oliveira
O COLÉGIO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO (parte IV)
O CINQUENTENÁRIO
■ Descerramento da lápide comemorativa da Fundação do Colégio de São Tomás de Aquino, São Pedro do Sul, 1999
O cinquentenário da sua fundação comemorou-se em em 2 de Outubro de 1999. No antigo e remodelado edifício funcionava, então, uma bem apetrechada RESIDÊNCIA DE ESTUDANTES dirigida pelo Dr. Júlio Cruz (cuja memória evoco) que juntamente com um grupo de antigos alunos, não quiseram deixar de assinalar a data. Deixemos falar o programa:
Como professor mais antigo tive o privilégio de descerrar a lápide alusiva à efeméride.
A conferência evocativa proferida pelo Prof. Doutor Carvalho Homem, Catedrático da Universidade de Coimbra e antigo aluno do Colégio foi brilhante e escutada com emoção.
A celebração eucarística na Igreja do Convento foi momento de recordação daqueles, alunos e professores que a morte já levara.

O almoço de convívio, no Hotel Vouga, foi dominado por vários sentimentos: alegria, camaradagem e saudade. Recordaram-se episódios da vida escolar, desde as anedotas do Dr. Alberto Dias às “loucuras” do Arlindo Carvalhas, que ele próprio recordou, e tantas outras peripécias que fazem parte das vivências juvenis daqueles que ainda cá estão.
Depois, foi a despedida, muito provavelmente o último encontro dos antigos alunos de Colégio de São Tomás de Aquino, que marcou a vida sampedrense, durante o terceiro quartel do século XX.
Foi cunhada uma medalha comemorativa da efeméride, representando o alçado do edifício.
Setenta anos depois da fundação, este é o meu último escrito sobre o Colégio, testemunho do único Professor sobrevivente do primitivo Corpo Docente.
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