Fio da Meada, Fio da Navalha – Sessão de Divulgação

Texto de Eduardo d’Almeida

É já no próximo dia 14 de Julho que os autores da obra em epígrafe – Cassiano Fernandes Martins e Carlos Alberto Paiva – regressam ao seu torrão nativo, para uma nova sessão de divulgação, após o considerável êxito do lançamento daquela mesma, aqui noticiado há cerca de dois meses. Nessa altura, o Auditório do Balneário Rainha D. Amélia, nas Termas de S. Pedro do Sul, foi exíguo demais para acolher a multidão de interessados, com alguns curiosos pelo meio.

Desta feita, o anfiteatro será a aldeia de Covelinhas, por sinal a pouquíssima distância das de Sá e Rompecilha, donde, respectivamente, são originários os famígeros autores, na outrora designada freguesia de S. Martinho das Moitas, actualmente unida à de Covas do Rio. Estarão, portanto, a jogar em casa, como, na gíria, se costuma dizer. O convite partiu da Associação ARCAS de Covelinhas, na pessoa da sua Presidente, Anabela Teixeira, em estreita colaboração com a Junta de Freguesia local, na pessoa, por sua vez, do respectivo Presidente, José Vasco Paiva Martins.

O evento está programado para as 17h00, uma vez terminada a Eucaristia, seguida de procissão, em honra de Nossa Senhora da Ajuda. É de toda a oportunidade referir que esta celebração decorre, de igual modo, em memória do ilustre e saudoso cidadão covelinhense, Sr. Virgílio Teixeira. Foi por sua fé e vontade que, em 2012, ali foi erguido o respectivo oratório.

Estas, assim, as razões para que, anualmente, ali tenha lugar a referida celebração, concentrando família, amigos, e, naturalmente, os filhos da terra que andam, por distantes paragens, a mourejar, não esquecendo ainda, como é óbvio, quem ali se desloca a partir das aldeias vizinhas. E se motivos, e dos bons, já havia, com esta iniciativa estão criadas as condições para um dia muitíssimo bem preenchido. A apresentação estará a cargo do Sr. Pedro Chaves, da aldeia de Sequeiros, homem deveras interessado em obras de tal cariz.

Será de enaltecer, sem dúvida alguma, a atenção dada quer pela associação em apreço, quer pela Junta de Freguesia, reconhecendo e valorizando o trabalho feito em prol do enriquecimento cultural da região por quem, na mesma, acaba por ter as suas raízes. Uma postura que merece ser referida e reforçada. Aliás, amoldando ligeiramente um velho ditado a estas circunstâncias, atrever-me-ia a dizer: quem ama a sua terra e os seus… não degenera!

O convite está lançado, e vai, claro, dirigido a todos, sem excepção! S. Martinho das Moitas e, mais concretamente, a dinâmica aldeia de Covelinhas, esperam-vos, na certeza de um dia bem passado. Uma coisa é certa: vão estar entre amigos!…

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