Utentes do IP3 exigem requalificação urgente em auto estrada
• Texto de Fernando Morgado

A Associação de Utentes e Sobreviventes do Itinerário Principal (IP 3) visitaram os pontos negros da estrada, para exigir a requalificação urgente da via, que liga Coimbra-Viseu-Coimbra. Membros da Associação percorreram o IP 3, viram os pontos negros de uma estrada votada ao abandono e que continua a registar uma elevada sinistralidade, pois há uma grande degradação, com abatimentos de plataformas, pavimentos em mau estado, taludes, barreiras caídas e vias suprimidas há já algum tempo. O que exigem é que os Governantes olhem para esta via e façam e requalificação do IP 3, para diminuir a sinistralidade e haver uma circulação com mais segurança.
Na zona do Botão (Coimbra) e Espinheira (Penacova) há supressão de vias, mas o mais preocupante é o traçado do distrito de Viseu. Em 2001, foi exi9gido a colocação de separador central de Trouxemil (Coimbra) a Oliveira do Mondego (Penacova) e houve uma grande diminuição de acidentes com vitimas mortais. A partir de Oliveira do Mondego, há mais acidentes. Dados fornecidos pelos Bombeiros de Penacova, entre 1991 e 2017, houve 1.825 acidentes entre a zona do Botão e Oliveira do Mondego, que provocaram 1.836 feridos e registaram-se 123 mortos, tendo diminuído estes números com a colocação do separador central em 2001.
A Associação esclarece que não é contra uma AUTO ESTRADA que una as duas capitais de distrito, mas é contra um projecto que venha a sobrepor em algum ponto o IP 3 existente, que tem sempre de ser requalificado e melhorado.
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