Um dia na Landeira

Uma aldeia na Serra da Freita

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Não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade e verdade… (Leon Tolstoi)

A 4 de Dezembro, desloquei-me a uma aldeia do alto da Serra da Freita, de nome Landeira.

A razão de eu lá ir consistiu em conhecer uma aldeia tão bela e com gentes de várias nacionalidades, que convivem na mais perfeita harmonia e como se realizava uma feira de produtos biológicos e de artesanato, lá fui.

O que encontrei foi o que de mais belo existe nestes recantos: a preservação de uma escola primária que os habitantes transformaram numa associação da qual todos podem usufruir. Lugar aconchegante onde até há uma lareira acesa na antiga sala de aulas e um barzinho onde se encontram petiscos e bolos caseiros. Num canto do átrio da escola, fizeram um parque infantil e, no restante espaço, organizaram as bancas, para que os diversos vendedores pudessem apresentar os seus produtos.

Na altura em que me vim embora, estavam a fazer um caldo verde com couves das hortas vizinhas. O chouriço de carne já estava cortado para, com o azeite biológico, serem adicionados ao referido caldo.

Mais iniciativas destas que apareçam para gáudio dos visitantes.

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