Barómetro
Positivo / Negativo
Rui Ladeira
O património de Vouzela está a ser limpo, sem custos extra para o município, já que a iniciativa está a ser desenvolvida pelos seus recursos humanos. Rui Ladeira prova assim que com pouco também se pode fazer muito, basta, para isso ter visão. Uma boa iniciativa do município que vê o turismo como uma das grandes prioridades.
João de Melo
O escritor João de Melo aproveitou o ciclo de conferências em Madrid, denominado “Quartas da literatura europeia – Encontros de autores, tradutores e público”, para falar da crise portuguesa, como até agora, poucos tiveram a coragem de falar. O escritor português disse que as crises, espanhola e portuguesa são incomparáveis. Como defendeu a crise portuguesa está a ser muito dolorosa, com uma dimensão muito superior à espanhola. “Se os espanhóis acham que estão em crise é porque não conhecem a crise portuguesa, estamos no terceiro ano de crise e ainda ninguém conseguiu dizer que tocamos no fundo”, Referiu João Melo. Um abre olhos para o Governo português que, indiferente às consequências das políticas de austeridade, quer, a todos os custos, veicular a bonita mas enganadora mensagem de que Portugal vai no caminho do sucesso.
António Coutinho
O presidente da Câmara de Sever do Vouga soube assinalar condignamente os 500 anos do Foral manuelino, numa festa que trouxe à vila milhares de pessoas. Este foi um evento em que António Coutinho quis que os severenses fossem os grandes protagonistas. Logo na inauguração o município homenageou individualidades e coletividades do concelho. Destaque ainda para a encenação do foral que conseguiu a participação de 250 figurantes, severenses de todo o concelho. António Coutinho provou assim que o que importa no município são sobretudo as pessoas e que as sinergias dão os seus frutos.
Tourada em Lafões
O co
ncelho de Oliveira de Frades vai, em breve, ser palco de uma tourada. Este é um espetáculo que em nada vem prestigiar a nossa região. Havia outras maneiras de fazer solidariedade. É incompreensível que no século XXI ainda se celebrem costumes tão medievais. Os animais, touros e cavalos, não estão na arena por escolha antes pela decisão inconsciente dos humanos. A diversão não pode justificar torturas e barbáries. As tradições podem evoluir e é isto que se espera e que se exigi.Redação Gazeta da Beira
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